TÍTULO: A alimentação do povo português: bibliografia
SUB TÍTULO:
AUTOR: prefácio e coordenação António Mendes Correia
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1951
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Instituto Nacional Estatística
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.C. 14130 V.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 852
OBSERVAÇÕES:
852
CORREIA, António Augusto Mendes
A alimentação do povo português: bibliografia / pref. e coord. António Mendes Correia. — Lisboa: Inst. Nac. Estatística, 1951
BN S.C. 14130 V.
in
BiblioAlimentaria
1. Memória gastronómica
37. CORREIA, António Augusto Mendes, A Alimentação do Povo Português (1951)
Trata‑se de uma publicação do Centro de Estudos Demográficos, com prefácio e coordenação do Professor Mendes Corrêa, na altura professor de Antropologia da Universidade do Porto. Nesta obra estão reunidos possivelmente todos os trabalhos publicados em Portugal desde 1873 até essa altura sobre a alimentação do povo português.
Esta publicação reúne trabalhos sobre a alimentação. As temáticas até então tratadas vão desde a descrição da alimentação de grupos particulares em certas regiões do país, trabalhos sobre alimentos específicos (como o leite), aspetos sociais e económicos, as disponibilidades alimentares da população do continente, o estudo do consumo de alguns micronutrientes em populações específicas, as questões agrícolas em Portugal, os refeitórios e a balança alimentar. O autor conclui alertando para o que chamou de subalimentação da população portuguesa e manifesta a sua surpresa de, ainda assim, a população apresentar quantitativos demográficos positivos, quando, na sua opinião, seria de esperar um “enfraquecimento da vitalidade germinal”. Todavia, enfatiza que, embora as taxas de natalidade não denotem quebras espectáveis para as condições alimentares existentes, as taxas elevadas de mortalidade infantil, a frequência de tuberculose e outros problemas de saúde estariam na origem de carências alimentares graves.
(CP) Carmen Soares