Alimentação e Cozinha Racional

1959

TÍTULO: Alimentação e Cozinha Racional

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Dr. Raúl D’ Oliveira Feijão

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 1959

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria Progresso Editora

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 20cm

NÚMERO DE PÁGINAS: 192 p

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 28324 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 197

OBSERVAÇÕES:

197
FEIJÃO, Raul de Oliveira
Alimentação e cozinha racional / Raul d’Oliveira Feijão. — Lisboa: Livr. Progresso, [D. L. 1959].
BN S.A. 28324 P.

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

71. FEIJÃO, Raul d’Oliveira, Alimentação e cozinha racional (1959)

[Doutor em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa]

O autor contraria o Naturismo – “não achamos aconselhável cair no exagero ridículo e erróneo de certos naturistas que aconselham o homem, tal como um animal inferior, se alimente exclusivamente de frutos e ervas cruas” e adverte para o facto de se não cair em teorias excessivas, mas sim em seguir uma alimentação racional adequada a cada um – “A alimentação racional deve ser praticamente apropriada às nossas forças digestivas, harmonizada com os nossos órgãos, e ao mesmo tempo compatível com os nossos costumes e gostos (…). O individuo da nossa época deve ser: frugívoro de manhã, carnívoro mitigado ao almoço e vegetariano ao jantar”.

O autor aborda a alimentação racional, nomeadamente a digestão dos alimentos naturais, a composição e o modo de preparação dos alimentos, os condimentos e os temperos, os alimentos pouco aconselhados e a importância do pão e do leite e seus derivados; faz referência a ementas e receitas da cozinha racional e ao conteúdo médio em gramas/centilitros dos utensílios de cozinha. 

Referência, ainda, à cozinha moderna e à cozinha regional e aos efeitos adversos daquela (não ao uso dos fritos, assados e guisados). A cozinha é tida como a arte de preparar os alimentos de forma agradável ao paladar, ao olfato e à vista mas também, e principalmente, a arte de conservar todo o valor inicial dos ingredientes.

(RFS) Raquel Fino Seiça

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