TÍTULO: Arte de cosinhar: guia da cosinheira, confeiteiro e pasteleiro
SUB TÍTULO:
AUTOR: Manuel da Mata
NOTAS DE AUTORIA: ex chef de cozinha do extinto Hotel Bragança
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: (s.d.)
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: Nova edição
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Empresa Litteraria Universal
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 14015 P.
S.A. 28496 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 340
OBSERVAÇÕES:
340
Arte de cozinhar: guia da cozinheira, confeiteiro e pasteleiro / Manuel da Matta. – Nova ed. – Lisboa: Emp. Livraria Universal, [s. d.]
Manuel da Matta, ex-chefe de cozinha do extinto Hotel Bragança
BN S.A. 14015 P.
S.A. 28496 P.
ebook HOTÉIS DE LISBOA (1845 – 1975)
publicado em Maio de 2025
José Augusto Leite
Blog: “Restos de Colecção”
Existiram em Lisboa dois hotéis que utilizaram a denominação “Bragança”.
Um tratou-se do “Braganza Hotel”, – que segundo informação no e-book “Hoteis de Lisboa” de José Leite – estava “localizado na, Rua do Ferragial de Cima, (actual Rua Victor Cordon), em Lisboa, num edifício propriedade da “Casa de Bragança” e projectado pelo arquitecto Feliciano de Sousa Correia – um dos arquitectos da Inspecção Geral de Obras Públicas do Reino – abriu as suas portas, como “Hospedaria Braganza” no início do século XIX.”
“Eça de Queiroz menciona o “Braganza Hotel” em “Os Maias”, quando refere que Eça e Carlos «numa luminosa e macia manhã de Janeiro de 1877 (….) almoçaram num salão do Hotel Bragança, com as janelas abertas para o rio».”
“Por outro lado, Maria Rattazzi no seu livro (traduzido) “Portugal de Relançe”, de 1880, relatava: «O Hotel Bragança, erguido n’uma das eminencias da cidade, com uma admiravel vista de mar, é excellente e muito bem administrado, mas caríssimo; é incomparavelmente o melhor de todos.”
O outro foi o “O “Hotel Bragança”, localizado na Rua do Alecrim, em Lisboa, terá iniciado a sua actividade, como Hotel, em 1924, pelas mãos do brasileiro, Mario Xara Brazil. Não confundir este Hotel com o “Braganza Hotel” na Rua Victor Cordon e encerrado definitivamente em 1913, e cuja história pode ser consultada neste livro.”
Não foi possível no entanto até à data estabelecer qualquer ligação do chef Manuel Mata, nem obter qualquer informação sobre o mesmo. Torna-se assim impossível datar o livro.
Por outro lado, a Empresa Literária Universal foi uma editora de Lisboa que esteve ativa entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX.
Assim conseguimos deduzir que o livro terá sido editado depois de 1850 e antes de 1950. Embora cruzando com a informação de que o Braganza Hotel encerrou em 1913 e o Hotel Brangança que inicia a actividade em 1924, não seja possível fechar mais o leque de datas.