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1952 O Cozinheiro Prático

O Cozinheiro Prático:

interessante guia de culinária ao alcance de toda a gente

TITLE: O Cozinheiro Prático:

SUB TITLE: interessante guia de culinária ao alcance de toda a gente

AUTHOR: Little Mary

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 1952

EDIÇÃO: 1ª edição 1952
Another edition D.L. 1975

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Editorial Minerva

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 130 x 187

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 26395 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 333

OBSERVAÇÕES:

333
MARIAZINHA
O cozinheiro prático: interessante guia de culinária ao alcance de toda a gente / Mariazinha. — Lisboa: Ed. Minerva, [D. L. 1952].
BN S.A. 26395 P.

Outra ed.:
— [D. L. 1975] (S.A. 3.3214 P.)

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1952 Arte de Bem Saborear

Arte de Bem Saborear

1952

TITLE: Arte de Bem Saborear

SUB TITLE: 

AUTHOR: Auronanda

NOTAS DE AUTORIA: (Auronanda é pseudónimo de Aurora Jardim Aranha.)

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 1952

EDIÇÃO:
1.ª Edição, Livraria Simões Lopes, s.d. 1023 pp.
2ª Edição, Editora: Livraria Simões Lopes de Manuel Barreira Porto

LOCAL: 

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 15967 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 87

OBSERVAÇÕES:

Artigo Virgílio Nogueiro Gomes

AURONANDA, pseud.
Arte de bem saborear / Auronanda. — Porto: Livr. Simões Lopes, [D. L. 1952].
(Auronanda é pseudónimo de Aurora Jardim Aranha.)
BN S.A1. 5967 V.

Nota do Editor à 2.ª edição

A 1.ª edição da «Arte de Bem Saborear» esgotou-se ràpidamente.
Foi um sucesso e um triunfo.

À nossa arrojada iniciativa de lançar no mercado uma magnífica e extraordinária enciclopédia culinária, de luxuosíssima apresentação, que ombreia, se não supera mesmo, o que de excelente no género se tem publicado no estrangeiro, correspondeu o público com encorajador apoio.

Isto desvaneceu-nos. E, por isso, a nós próprios prometemos fazer melhor.

Prometemos e, como sempre, cumprimos!

Prova-o esta 2.ª edição de «Arte de Bem Saborear» ampliada com novas receitas e novas ilustrações.

Arte de Bem Saborear

Como, hoje, a qualidade dos manjares substitui a quantidade de comida, saboreia-se mais do que se come. Claro que mastigar continua a ser uma forma elegante de mascar uma necessidade — como disse Brillat-Savarin, o príncipe dos gastrónomos franceses.

Mas o certo é que já não se come: saboreia-se. Daí, este livro, que também é a Arte de Bem Comer, intitular-se: Arte de Bem Saborear. Elementos antigos e elementos modernos num único desejo: agradar ao marido, auxiliando a esposa.

Que em todos os lares a Arte de Bem Saborear seja bem-vinda, é o desejo da
Autora

Nesse período de alvoroçado encantamento em que «o teu amor e uma cabana» bastam, mal constituirá defeito a noiva não saber cozinhar. Mas assim que se der a troca das alianças, o seu papel de dona de casa exige que possua mais esse dom. E nunca deve esquecer que existe, nas recriminações maritais, um poderoso argumento: a sogra. («Na casa de meus pais, eu comia isto… A minha mãe fazia tal doce…»)

Toda a rapariga deve, pois, aprender muitas outras coisas além de fritar ovos. Tais conhecimentos serão, para ela, uma fonte de felicidade. Nada prende mais o homem à casa do que o conforto, uma certa garridice — e uma boa alimentação.

Há duzentos e cinquenta anos que Chrysalis dizia: «vivo de boa sopa e não de boas palavras». Excluindo o materialismo que esta frase encerra em ponto de cruz, vê-se, no entanto, que o talagrã não deixa de ter a sua razão.

O marido chega cansado, para almoçar, depois de ter tido rude manhã no escritório? («Depressa!… para a mesa»). Espera ir saborear acepipes agradáveis e bem feitos. Se assim não é… que desilusão!

Hoje não se queixará, amanhã terá alguns gestos de impaciência. E depois de amanhã?

Depois de amanhã criar-se-á essa nuvem de contrariedade que paira sobre tantos casais, onde o homem está descontente e a mulher infeliz.

A mão que conduz o lar deve também saber pegar na frigideira.

Tinham razão os antigos vascos quando assim diziam: «Bon potage, bon ménage».

Foi no momento em que o homem utilizou, pela primeira vez, o fogo — que se começou a distinguir dos animais. Talvez enquanto se aquecia, aproximou dele o primeiro bocado de carne — e a cozinha nasceu.

Até aí alimentava-se apenas de raízes, peixe, carne, fruta — tudo cru — que devorava sem prazer.

Se não comia tudo de uma vez, guardava o resto numa concha e num recanto da caverna. Assim nasceram: o primeiro prato e o primeiro armário.

Este homem obteve, pois, o assado.

Outro, mais engenhoso, conseguiu aquecer água numa escudela de pedra — logo seguida pelo vaso de argila.

O mundo científico demonstrou já que, até à época paleolítica, os homens conheciam pois o fogo — não só para o adorarem mas também para o utilizarem.

Mais tarde, o espeto surgiu perto da faca de sílex, um pote foi colocado junto da travessa de metal.

Ao princípio, a gregária necessidade de lutarem contra as forças inimigas, obrigava os homens a reunirem-se em volta da mesma fera caçada e estrugindo no lume. Mas cada um ia pensando na forma de melhorar as condições vitais. Assim nasceu a pedra cavada que fez de sopeira ou prato coberto; assim apareceu o osso de rena ou de mamute, trabalhado em colher para recolher o sangue que corria da peça rechinante.

E o progresso foi lentamente dando o sabor do aperfeiçoamento.

Poder-se-ia dividir a história da preparação culinária em três períodos: ar livre e pedras; chaminé; fogão.

Realmente, esse torno, que construiu a primeira vasilha de barro, foi prodigioso. Tanto que tendo nascido na treva do tempo ido, ainda hoje se utiliza entre nós — pessoas ultracivilizadas que possuímos a grelha de raios infravermelhos e aos andares, que assa uns seis ou dez bifes ao mesmo tempo e em vinte segundos.

A machada começou a ser de pedra polida.

O cobre disse também a sua palavra junto das colheres, das facas e dos púcaros que, não já nas cavernas mas sim nas cidades lacustres pousadas sobre estacaria, iam surgindo. Mas como era frágil para a confecção das armas fizeram uma liga juntando-o ao estanho. E o bronze nasceu.

Mais tarde, mas ainda no tempo em que os homens usavam colares com dentes de urso, apareceu o pote de ferro que, ainda hoje, serve não só para se escreverem fábulas mas também para se cozerem couves.

O Egipto colocou a cozinha num pedestal.

Já nos reinados dos primeiros faraós se preparavam cereais e se bebia vinho acompanhando a caça, a pesca e a criação.

Havia mesmo certo requinte na apresentação dos acepipes, dispostos em pratos de bronze, vidro, faiança, esmalte e até ouro.

Na mesa central colocavam as iguarias e cada pessoa servia-se enterrando a faca ou colhendo com a concha, estendendo a taça para que a escrava deitasse vinho ou água e refastelando-se nas almofadas que ao acto da mastigação davam maior comodidade.

Entre os caldeus, as mulheres não se mostram nos baixo-relevos conhecidos: estavam sempre recolhidas no harém. Era gente de boa política, como o demonstra a seguinte faceta contada por Heródoto: reuniam, no mercado, todas as raparigas que havia para vender; quando apenas as bonitas encontravam comprador, esse dinheiro ia servir de dote às feias.

Mas nada sabemos sobre a sua alimentação.

Os hebreus fazem dois inventos: a forquilha de duas hastes com que retiram a carne da panela — é a precursora do garfo que não aparecerá senão no fim do século XVI — e o odre para transportar vinho, o que decerto lhes serviu de muito nas constantes migrações em que andaram antes de entrarem na «terra da promissão», país de oliveiras, centeio, vinhas, pão e mel…

Os fenícios, embora possuíssem um cozinheiro que ficou na história — Cadmos — tinham um fraco: honrar os seus deuses Moloch e Baal, por meio de ruidosas orgias, no final das quais eram sacrificadas inocentes crianças.

Com uma religião desta forma cruel e sanguinária, não interessa nada saber o que tal gente comia, embora, juntamente com o incenso e a mirra, já conhecesse muito bem as especiarias e as águas de cheiro.

Os persas e os assírios continuaram a ter utensílios em bronze, argila, madeira, ferro batido e prata. Cozinhavam em fornos de tijolo, situados ao ar livre ou no próprio compartimento onde comiam, utilizando-se já de grelhas, fervedeiros, chaleiras, etc. Os gregos adoptavam um nome para designar o cozinheiro: mageiros. Que, afinal, significa: amassador.

Parece que no tempo de Homero ainda ele não existia pois era o próprio anfitrião, auxiliado por mulheres, que preparava o repasto.

Nas grandes casas havia muitos criados-escravos, cada qual com o seu serviço marcado: o éleatros (mordomo), o agorastês (comprador), o opsartytês (que acendia e mantinha os lumes), a demiourga (doceira), o trapezopoios (que punha a mesa e lavava a loiça), o oinophoros (que comprava os vinhos) e o oinochoikos (jovem escravo que enchia as taças).

A importância do cozinheiro era tão grande que ninguém lhe tocava. Este provérbio o atesta: «Quando o cozinheiro comete uma falta é o tocador de flauta quem apanha pancada». Apesar do incêndio da biblioteca de Alexandria, ainda resta uma certa literatura culinária — sendo o mais referido cozinheiro, aquele que foi amigo de um dos filhos de Péricles: Archestrate de Siracusa.

Dele e doutros se ocuparam: Timachidas de Rodes, Filoxene de Leucade, Acesius, Hegesipo, etc.

Pouco a pouco, o conjunto de utensílios foi melhorando, à medida que o povo mais se ia requintando. Os tesouros de Bosco-Reale que se encontram no museu do Louvre, em Paris, assim o atestam. As caldeiras chegavam a ser em prata. A cerâmica atingiu elevado nível, havendo os vasos pintados com figuras vermelhas ou pretas e as estatuetas tão faladas: de Tanagra.

 

 

Tinham pratos especiais para cozer ovos. Eram de três dimensões: para os de pavoa, os de pata e os de galinha.

Aqueciam o vinho numa espécie de cafeteira ou em ânforas com duplo fundo. A louça era decorada com peixe, pois foi este, durante muito tempo, o seu alimento predilecto.

Os copos chamavam-se poterion.

Entre os romanos, a cozinha mostrou-se, ao princípio, muito rudimentar. Foi só depois da guerra contra Antiochus, o Grande, que eles começaram com os festins. Tito-Lívio afirmou que, nessa altura, é que entrou, em Roma, o luxo da Ásia; o cozinheiro, de escravo tornou-se rei; o que não passava de um ofício transformou-se em arte.

O cozinheiro romano exigiu chamar-se não coquus mas sim: archimagirus. O homem que vigiava o lume era denominado: focarius; o que fazia os estufados: coctor; aquele que tratava dos picados e dos purés: pinsitor.

Condus era o copeiro; doliarus o que tratava dos cereais; structor o que enfeitava as travessas; carptor o trinchador; aquarius o que se ocupava da água; pocillator o que deitava o vinho nos copos.

O homem que provava a comida, não fosse estar envenenada, era o proegustator.

O chefe de mesa, de então, que mandava no triclinium ou sala de jantar, chamava-se: triclinarcha. Acima dele estava o mordomo que também era chefe do protocolo: nomenclator.

A peça principal da cozinha era a enorme mesa de pedra, onde se cortavam as peças e se pisavam os cereais numa espécie de almofariz escavado a um dos lados. Nas paredes, havia pinturas representando variadas vitualhas. Os utensílios eram semelhantes aos dos gregos, existindo a mais a craticula (grelha) e a bacia com água perfumada em que os senhores mergulhavam várias vezes os dedos.

Na Idade Média, as chaminés eram largas e altíssimas; por vezes situadas ao centro da quadra, como se vê nalgumas abadias.

O tempo foi correndo.

Os cozinhados mais apreciados eram: papas de mel, açafrão, ovos, manteiga e vinho doce; caldeirada de peixe do rio previamente assado na grelha; guisado de coelhos, lebres e aves feito com banha, toucinho, amêndoas e cebolas; picado de faisão e cabrito ligado com ovos e pão ralado e regado de molho.

Aqui temos a ementa de um banquete que foi servido por Taillevent ao rei Carlos VI:

Première assiette: chapons au brouet de cannelle; poules aux herbes; choux nouveaux et puis la venaison.

Second mets: rôt le meilleur, paons ou sebereau; pâtés de chapons; levraults au vinaigre rosat et chapons au moût jehan.

Tiers mets: perdrix à la trimolette; pigeons à l’étuvée; pâtés de venaison; gelée et leschées.

Quart mets: pour crèmes; pâtés de poires; amandes; tartes sucrées.

No século XVI encontramos uma testemunha que gosta de conversar: Rabelais. É desta data que os livros de cozinha começam a marcar a sua posição. Em 1543, apareceu «A Flor de toda a cozinha» de Pedro Pidoux e em 1570 o «Viander», de Taboureau. Comia-se esplendidamente, naquela época, tanto na corte do rei Henrique II como, mais tarde, na de Henrique IV, quando os pasteleiros italianos nela foram introduzidos por Catarina e Maria de Médicis.

Henrique IV era aquele simpático monarca que exprimia assim o seu igualitário desejo: «quero que cada um dos meus súbditos ponha uma galinha no seu cozido de cada domingo».

No reinado de Luís XIV, a apresentação era magnífica. Na cozinha, muitos utensílios foram substituídos por outros mais modernos. O fogão, substituindo a chaminé, foi um grande passo no requinte culinário. Havia trens de cozinha em prata, como aquele com que trabalhava o grande Vatel às ordens do príncipe de Condé, em Chantilly.

Nestes séculos XVII e XVIII, os fidalgos ligavam muita importância à mesa, dando o seu nome a vários pratos, tais como o marquês de Béchamel a um molho, o cardeal de Richelieu a uma guarnição, a princesa Conti a um puré de lentilhas, Mme de Maintenon a umas costeletas, Maria Leczinska a certas codornizes. No tempo em que Racine dissecava corações em cena e Mme de la Fayette escrevia a «Princesa de Clèves», a aura culinária está ligada à aparição do romance psicológico.

No reinado de Luís XV, outros trabalhos culinários apareceram: «Cozinheiro Moderno», de Vincent de la Chapelle; «Dons de Comus», de Marin. Mais tarde: «Maître d’hôtel français» e «Le cuisinier Parisien» do grande artista que foi Carême, aquele que, partindo para o Congresso de Viena, disse ao rei Luís XVIII: «Sire, eu preciso mais de caçarolas do que de instruções escritas».

Em 1826 apareceu um dos livros de Brillat-Savarin: «Physiologie du Goût».

E que foi o «Potage Espagnol», servido no noivado de Luís XIV com Maria Teresa, senão um madrigal culinário?

A França é o país onde melhor se come. E o bom cozinheiro é lá considerado como um ser à parte, tal como o poeta Désaugiers, do Caveau, um tanto exageradamente, o cantou:

Un cuisinier, quand je dîne,
Me semble un être divin
Qui, du fond de sa cuisine,
Gouverne le genre humain.
Qu’ici-bas, on le contemple
Comme un ministre du ciel,
Car sa cuisine est un temple
Dont les fourneaux sont l’autel.

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1952 Receitas Royal

Receitas Royal

Sub título

TITLE: Receitas Royal

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AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:
Outra ed.:
– Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: João Machado da Conceição

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 26186 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 443

OBSERVAÇÕES:

443

Receitas Royal – Lisboa: João Machado da Conceição,
1952

BN S.A. 26186 P.

Outra ed.:
– Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

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1952 A cozinha dos Paços de Vila Viçosa / Gustavo de Matos Sequeira

A cozinha dos Paços de Vila Viçosa

1952

TITLE: A cozinha dos Paços de Vila Viçosa

SUB TITLE: 

AUTHOR: Gustavo de Matos Sequeira

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1952

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Fundação Casa de Bragança

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 829

OBSERVAÇÕES:

829

SEQUEIRA, Gustavo de Matos, 1880–1962

A cozinha dos Paços de Vila Viçosa / Gustavo de Matos Sequeira. — Lisboa: Fund. Casa de Bragança, 1952

BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.