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1890 Manual da cozinheira: colecção de 308 receitas de cozinha. 

Manual da cozinheira: colecção de 308 receitas de cozinha.

1890

TITLE: Manual da cozinheira: colecção de 308 receitas de cozinha.

SUB TITLE: 

AUTHOR: Henrique Zeferino

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1890

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 160191 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 309

OBSERVAÇÕES:

309

Manual da cozinheira: colecção de 308 receitas de cozinha. – Lisboa: Henrique Zeferino, 1890
BN S.A. 160191 P.

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1890 Cozinheiro Popular das Famílias Portuguezas e Brasileiras

Cozinheiro Popular das Famílias Portuguezas e Brasileiras

ou o novo cozinheiro moderno

TITLE: Cozinheiro Popular das Famílias Portuguezas e Brasileiras

SUB TITLE: ou o novo cozinheiro moderno

AUTHOR: Anselmo Pinto de Queiroz

NOTAS DE AUTORIA: Chefe da cozinha portuguesa e brazileira

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1890

LOCAL: Porto

PUBLISHER: Livraria Portugueza de Joaquim Maria da Costa

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 406 páginas

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 16155 P.
S.A. 16156P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 423

OBSERVAÇÕES:

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1890 Novo Manual do Cozinheiro

New Cook's Handbook

Novo Manual do Cozinheiro contendo advertências sobre a cortesia que se deve observar à mesa, regras para trinchar e servir e os melhores methodos de preparar os mais delicados e variadissimos manjares

TITLE: New Cook's Handbook

SUB TITLE: Novo Manual do Cozinheiro contendo advertências sobre a cortesia que se deve observar à mesa, regras para trinchar e servir e os melhores methodos de preparar os mais delicados e variadissimos manjares

AUTHOR: Constantino Carneiro

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO: 

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1890?

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Paris

PUBLISHER: Paris: Garnier Irmãos, Editores

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 396 páginas

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 34150 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 111

OBSERVAÇÕES:

Novo Manual do Cozinheiro contendo advertências sobre a cortesia que se deve observar à mesa, regras para trinchar e servir e os melhores methodos de preparar os mais delicados e variadissimos manjares / Por […] chefe de cozinha.Paris: Garnier Irmãos. (1890)

Small recipe book by a Portuguese author, printed in Paris, illustrated with numerous pictures interspersed in the text. Late 19th century edition. Editorial cardboard.
Escrito por Constantino Carneiro, um chef, publicado em Paris pela Garnier Irmãos Editores, com edições que datam do final do século XIX
A obra é um pequeno livro de receitas, ilustrado com imagens intercaladas no texto, e foi editado em França, mas escrito em português. 

No livro Bibliographie gastronomique / par Georges Vicaire, que pode ser consultado online, vem uma referência a Constantino Carneiro e ao seu livro, com edição de 1867

Bibliographie gastronomique / par Georges Vicaire; avec une préface de Paul Ginisty. La cuisine.–La table.–L’office.–Les aliments. Les vins.–Les cuisiniers et les cuisinières.–Les gourmands et les gastronomes.–L’économie domestique.–Facéties.–Dissertations singulières.–Pièces de théâtre, etc., etc., depuis le XVe siècle jusqu’à nos jours. Avec des fac-similés.
Vicaire, Georges, 1853-1921.
Date:
1890

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1890 Manual da Conserveira, Henrique Zeferino

Manual da Conserveira

Colecção de 300 receitas de doces, compotas e licores

TITLE: Manual da Conserveira

SUB TITLE: Colecção de 300 receitas de doces, compotas e licores

AUTHOR: Henrique Zeferino

NOTAS DE AUTORIA: Masculino

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1890

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Henrique Zeferino – Livreiro Editor

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 12386 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 312

OBSERVAÇÕES:

Este livro fórma a 2.ª parte do «Manual Cosinheira, collecção de 308 receitas de cosinha economica á portugueza, dedicadas ás boas donas de casa»; receitas extrahidas d’um livro antigo muito apreciado e que de ha muito se não encontra á venda. Na epocha em que essas receitas fóram escriptas ainda estava pouco em voga o uso dos fogões e portanto o que se adoptava eram os borralhos ou fornos chamados de campanha onde era necessario gastar mais tempo para coser qualquer guizado. Hoje raras cosinhas deixam de ter o seu fogãosinho economico, e assim mais facil e vantajoso é applicar este meio do que o antigo, indicado nas receitas, e, sem duvida, muito mais demorado. O uso da louça de ferro esmaltado deve igualmente substituir o barro ou a folha, quanto mais não seja pelas suas condições hygienicas. No fim do volume está uma tabella com a redução dos antigos pezos aos modernos decimaes.

https://www.arqnet.pt

Albuquerque (Henrique Zeferino de).

 

  1. 12 de fevereiro de 1842.
    f.      [ 17 de março de 1925. ]

 

Natural de Lisboa; onde nasceu a 12 de fevereiro de 1842, filho de Zeferino Inácio Mateus, livreiro muito conhecido e acreditado, estabelecido nesta cidade, primeiro na rua de EI-rei, depois na rua da Princesa, e falecido a 24 de março de 1880. 

Henrique Zeferino continuou com o estabelecimento, por morte de seu pai, e apesar dos cuidados que lhe dedicava, entregava-se a estudos literários e industriais, e, procurando ampliá-los, realizou uma viagem demorada e instrutiva a Franca. Animado pelos resultados que obtivera e pelo desejo de ser útil ao seu país, resolveu dar grande desenvolvimento ao comércio a que se dedicara; começou pela fundação de alguns jornais, e por editar obras de valor. 

Publicou em 1873 El telegrafo europeu, folha quinzenal, destinada às repúblicas do Rio da Prata e do Pacifico. Era escrita em espanhol; saíram trinta e sete números; em 1881, Ribaltas e gambiarras, revista semanal, de que se publicaram setenta e cinco números, sendo os últimos sete ilustrados com os retratos de vários artistas. Colaboraram nesta revista Camilo Castelo Branco, Júlio César Machado, Guilherme de Azevedo e D. Guiomar Torrezão. A obra que lhe mereceu todos os seus cuidados, empregando para a realizar todos os meios de que podia dispor, foi a edição do Dicionário universal português ilustrado, que fundou em 1879, segundo o plano do Dicionário de Larousse. É na verdade uma obra colossal, dirigida ao princípio por Francisco de Almeida e depois por Fernandes Costa. Para a grande empresa a que se propôs, Henrique Zeferino fundou em novembro de 1881 uma vasta oficina tipográfica, e, querendo depois dar maior publicidade à sua importante edição, resolveu ir pessoalmente ao Brasil contratar a venda e angariar assinaturas. Infelizmente, porém, o dicionário não pôde concluir-se, ficando publicados apenas quatro grossos volumes; dois de que se compõe a letra A, um da letra B, e outro da letra M. O seu editor e proprietário viu-se obrigado a suspender a publicação, depois de lutar com as maiores contrariedades.

in Livraria Castro e Silva

ALBUQUERQUE. (Henrique Zeferino de) DICCIONARIO UNIVERSAL PORTUGUEZ.

 “Henrique Zeferino de Albuquerque, Nasceu em Lisboa aos 12 de fevereiro de 1842, filho do acreditado livreiro Zeferino Ignacio Matheus. O sr. Henrique Zeferino não se descuidou de entregar se a estudos litterarios e industriaes, e procurou amplial os realisando uma demorada e instructiva viagem pela França. Animado com os fructos colhidos, e desejando ser util ao seu paiz, quiz desenvolver o ramo do commercio a que se dedicára, fundando varios periodicos e dando ao prelo algumas obras de merecimento, demonstrando assim que tambem era um editor consciencioso, esclarecido e emprehendedor.

 

Diccionario universal portuguez illustrado, etc. – Fundado em 1879, segundo o plano do Diccionario de Larousse, está em via de publicação. Foi no começo dirigido pelo sr. Francisco de Almeida, e depois pelo sr. Fernandes Costa. É a principal obra d’este editor, e póde se dizer colossal em o nosso paiz, no limitado mercado em que vivemos, apesar dos recursos que venham do Brazil; e a sua conclusão representará sacrificios enormes, contrariedades e difficuldades sem numero, só vencidas por uma vontade energica e inabalavel.

Da importancia d’ella tem fallado quasi toda a imprensa portugueza, e especialmente varios escriptores, em artigos assignados. Citemos, por exemplo, o sr. Camillo Castello Branco, que no Diario illustrado, n.º 3:522, de 26 de fevereiro de 1883, dizia do Diccionario universal o seguinte: «Não julgavamos sequer praticavel o tentamen de um diccionario em taes condições de collaboração esmerada e perfeição typographica. Parece que assistimos ao affoito emprehendimento de um editor francez enriquecido, contando a milhares os subscriptores attrahidos pela universalidade do idioma. Ha pouco, maravilhava nos a magnitude do Diccionario de Larousse; agora, n’este canto da Europa, nos apparece uma obra de analoga índole, com genuinas feições portuguezas, mas opulentada das vantagens que lhe deu o rodar de alguns annos já agora fecundos como os antigos seculos. A nossa individualidade historica, scientifica, linguistica, biographica e bibliographica nas encyclopedias francezas, é de tão pouca monta que apenas se faz reparavel pela negligencia, pelo desdem, pelos erros e até por injustiças. O Diccionario universal portuguez levanta, desenvolve e explana os assumptos nacionaes omissos nas grandes obras de ensinamento universal, e abre na banca do estudioso, paginas numerosas e compactas em todas as provincias do saber que possam interessar nos, completando as faculdades apenas e superficialmente adquiridas nos bancos escolares. Em cada artigo que consultâmos na letra A, comprehendida em dois formosos volumes em 4.º maximo, encontrâmos consubstanciada, n’uma condensação esclarecida, materia que a muito custo e com grande dispendio de tempo, livros e indagações, cumpria respigar em variados expositores. Vê se que preside e collabora n’esta afanosa e triumphante lida um erudito que tem a rara fortuna de não victimar á aridez da sciencia as elegancias da linguagem. Fernandes Costa exercita a probidade litteraria, conscienciosamente, com escrupuloso esmero desde as suas primeiras balbuciações no criticismo jornalistico até ao acume gravemente responsavel em que hoje o seu talento adulto e robustecido investiu com esta aspera tarefa excepcionalmente grandiosa.»” Segundo a GEPB (vol. I, pag752) este dicionário não se concluiu, ficando publicados apenas 4 volumes; 2 que se compõe a letra A, um da letra B, e outro da letra M. O seu editor e proprietário viu-se obrigado a suspender a sua publicação depois de lutar com as maiores contrariedades.

www.caramulocom.art

Zeferino, Henrique (ed.)

MANUAL DA CONSERVEIRA, Henrique Zeferino ― Livreiro Editor, Lisboa, 1890.

In-8º, de 154-(4) pp., brochado.  1ª edição.

Habitualmente referido pelo nome do editor, este livro consta da “Collecção de 300 receitas de doces compotas e licores dedicadas ás boas donas de casa”.  Informa-nos, igualmente, tratar-se da “2ª parte do «Manual da Cosinheira, colecção de 308 receitas de cosinha económica á portugueza, dedicas ás boas donas de casa»; receitas extrahidas de um livro antigo muito apreciado e que de ha muito se não encontra á venda.”

Estado de conservação:  sem as capas originais: protegido por simples capa cartonada; papel c/ acidez, apresentando desgastes; peq. consolidações; fragilidade e foxing em especial nas 1ªs ff, falta da última folha do índice e da tabela final de conversão de pesos.  Livro raro, apesar de pouco estimado.

Dim.:  18 x 11,5 cm