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1952 Arte de Bem Saborear

Arte de Bem Saborear

1952

TITLE: Arte de Bem Saborear

SUB TITLE: 

AUTHOR: Auronanda

NOTAS DE AUTORIA: (Auronanda é pseudónimo de Aurora Jardim Aranha.)

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 1952

EDIÇÃO:
1.ª Edição, Livraria Simões Lopes, s.d. 1023 pp.
2ª Edição, Editora: Livraria Simões Lopes de Manuel Barreira Porto

LOCAL: 

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 15967 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 87

OBSERVAÇÕES:

Artigo Virgílio Nogueiro Gomes

AURONANDA, pseud.
Arte de bem saborear / Auronanda. — Porto: Livr. Simões Lopes, [D. L. 1952].
(Auronanda é pseudónimo de Aurora Jardim Aranha.)
BN S.A1. 5967 V.

Nota do Editor à 2.ª edição

A 1.ª edição da «Arte de Bem Saborear» esgotou-se ràpidamente.
Foi um sucesso e um triunfo.

À nossa arrojada iniciativa de lançar no mercado uma magnífica e extraordinária enciclopédia culinária, de luxuosíssima apresentação, que ombreia, se não supera mesmo, o que de excelente no género se tem publicado no estrangeiro, correspondeu o público com encorajador apoio.

Isto desvaneceu-nos. E, por isso, a nós próprios prometemos fazer melhor.

Prometemos e, como sempre, cumprimos!

Prova-o esta 2.ª edição de «Arte de Bem Saborear» ampliada com novas receitas e novas ilustrações.

Arte de Bem Saborear

Como, hoje, a qualidade dos manjares substitui a quantidade de comida, saboreia-se mais do que se come. Claro que mastigar continua a ser uma forma elegante de mascar uma necessidade — como disse Brillat-Savarin, o príncipe dos gastrónomos franceses.

Mas o certo é que já não se come: saboreia-se. Daí, este livro, que também é a Arte de Bem Comer, intitular-se: Arte de Bem Saborear. Elementos antigos e elementos modernos num único desejo: agradar ao marido, auxiliando a esposa.

Que em todos os lares a Arte de Bem Saborear seja bem-vinda, é o desejo da
Autora

Nesse período de alvoroçado encantamento em que «o teu amor e uma cabana» bastam, mal constituirá defeito a noiva não saber cozinhar. Mas assim que se der a troca das alianças, o seu papel de dona de casa exige que possua mais esse dom. E nunca deve esquecer que existe, nas recriminações maritais, um poderoso argumento: a sogra. («Na casa de meus pais, eu comia isto… A minha mãe fazia tal doce…»)

Toda a rapariga deve, pois, aprender muitas outras coisas além de fritar ovos. Tais conhecimentos serão, para ela, uma fonte de felicidade. Nada prende mais o homem à casa do que o conforto, uma certa garridice — e uma boa alimentação.

Há duzentos e cinquenta anos que Chrysalis dizia: «vivo de boa sopa e não de boas palavras». Excluindo o materialismo que esta frase encerra em ponto de cruz, vê-se, no entanto, que o talagrã não deixa de ter a sua razão.

O marido chega cansado, para almoçar, depois de ter tido rude manhã no escritório? («Depressa!… para a mesa»). Espera ir saborear acepipes agradáveis e bem feitos. Se assim não é… que desilusão!

Hoje não se queixará, amanhã terá alguns gestos de impaciência. E depois de amanhã?

Depois de amanhã criar-se-á essa nuvem de contrariedade que paira sobre tantos casais, onde o homem está descontente e a mulher infeliz.

A mão que conduz o lar deve também saber pegar na frigideira.

Tinham razão os antigos vascos quando assim diziam: «Bon potage, bon ménage».

Foi no momento em que o homem utilizou, pela primeira vez, o fogo — que se começou a distinguir dos animais. Talvez enquanto se aquecia, aproximou dele o primeiro bocado de carne — e a cozinha nasceu.

Até aí alimentava-se apenas de raízes, peixe, carne, fruta — tudo cru — que devorava sem prazer.

Se não comia tudo de uma vez, guardava o resto numa concha e num recanto da caverna. Assim nasceram: o primeiro prato e o primeiro armário.

Este homem obteve, pois, o assado.

Outro, mais engenhoso, conseguiu aquecer água numa escudela de pedra — logo seguida pelo vaso de argila.

O mundo científico demonstrou já que, até à época paleolítica, os homens conheciam pois o fogo — não só para o adorarem mas também para o utilizarem.

Mais tarde, o espeto surgiu perto da faca de sílex, um pote foi colocado junto da travessa de metal.

Ao princípio, a gregária necessidade de lutarem contra as forças inimigas, obrigava os homens a reunirem-se em volta da mesma fera caçada e estrugindo no lume. Mas cada um ia pensando na forma de melhorar as condições vitais. Assim nasceu a pedra cavada que fez de sopeira ou prato coberto; assim apareceu o osso de rena ou de mamute, trabalhado em colher para recolher o sangue que corria da peça rechinante.

E o progresso foi lentamente dando o sabor do aperfeiçoamento.

Poder-se-ia dividir a história da preparação culinária em três períodos: ar livre e pedras; chaminé; fogão.

Realmente, esse torno, que construiu a primeira vasilha de barro, foi prodigioso. Tanto que tendo nascido na treva do tempo ido, ainda hoje se utiliza entre nós — pessoas ultracivilizadas que possuímos a grelha de raios infravermelhos e aos andares, que assa uns seis ou dez bifes ao mesmo tempo e em vinte segundos.

A machada começou a ser de pedra polida.

O cobre disse também a sua palavra junto das colheres, das facas e dos púcaros que, não já nas cavernas mas sim nas cidades lacustres pousadas sobre estacaria, iam surgindo. Mas como era frágil para a confecção das armas fizeram uma liga juntando-o ao estanho. E o bronze nasceu.

Mais tarde, mas ainda no tempo em que os homens usavam colares com dentes de urso, apareceu o pote de ferro que, ainda hoje, serve não só para se escreverem fábulas mas também para se cozerem couves.

O Egipto colocou a cozinha num pedestal.

Já nos reinados dos primeiros faraós se preparavam cereais e se bebia vinho acompanhando a caça, a pesca e a criação.

Havia mesmo certo requinte na apresentação dos acepipes, dispostos em pratos de bronze, vidro, faiança, esmalte e até ouro.

Na mesa central colocavam as iguarias e cada pessoa servia-se enterrando a faca ou colhendo com a concha, estendendo a taça para que a escrava deitasse vinho ou água e refastelando-se nas almofadas que ao acto da mastigação davam maior comodidade.

Entre os caldeus, as mulheres não se mostram nos baixo-relevos conhecidos: estavam sempre recolhidas no harém. Era gente de boa política, como o demonstra a seguinte faceta contada por Heródoto: reuniam, no mercado, todas as raparigas que havia para vender; quando apenas as bonitas encontravam comprador, esse dinheiro ia servir de dote às feias.

Mas nada sabemos sobre a sua alimentação.

Os hebreus fazem dois inventos: a forquilha de duas hastes com que retiram a carne da panela — é a precursora do garfo que não aparecerá senão no fim do século XVI — e o odre para transportar vinho, o que decerto lhes serviu de muito nas constantes migrações em que andaram antes de entrarem na «terra da promissão», país de oliveiras, centeio, vinhas, pão e mel…

Os fenícios, embora possuíssem um cozinheiro que ficou na história — Cadmos — tinham um fraco: honrar os seus deuses Moloch e Baal, por meio de ruidosas orgias, no final das quais eram sacrificadas inocentes crianças.

Com uma religião desta forma cruel e sanguinária, não interessa nada saber o que tal gente comia, embora, juntamente com o incenso e a mirra, já conhecesse muito bem as especiarias e as águas de cheiro.

Os persas e os assírios continuaram a ter utensílios em bronze, argila, madeira, ferro batido e prata. Cozinhavam em fornos de tijolo, situados ao ar livre ou no próprio compartimento onde comiam, utilizando-se já de grelhas, fervedeiros, chaleiras, etc. Os gregos adoptavam um nome para designar o cozinheiro: mageiros. Que, afinal, significa: amassador.

Parece que no tempo de Homero ainda ele não existia pois era o próprio anfitrião, auxiliado por mulheres, que preparava o repasto.

Nas grandes casas havia muitos criados-escravos, cada qual com o seu serviço marcado: o éleatros (mordomo), o agorastês (comprador), o opsartytês (que acendia e mantinha os lumes), a demiourga (doceira), o trapezopoios (que punha a mesa e lavava a loiça), o oinophoros (que comprava os vinhos) e o oinochoikos (jovem escravo que enchia as taças).

A importância do cozinheiro era tão grande que ninguém lhe tocava. Este provérbio o atesta: «Quando o cozinheiro comete uma falta é o tocador de flauta quem apanha pancada». Apesar do incêndio da biblioteca de Alexandria, ainda resta uma certa literatura culinária — sendo o mais referido cozinheiro, aquele que foi amigo de um dos filhos de Péricles: Archestrate de Siracusa.

Dele e doutros se ocuparam: Timachidas de Rodes, Filoxene de Leucade, Acesius, Hegesipo, etc.

Pouco a pouco, o conjunto de utensílios foi melhorando, à medida que o povo mais se ia requintando. Os tesouros de Bosco-Reale que se encontram no museu do Louvre, em Paris, assim o atestam. As caldeiras chegavam a ser em prata. A cerâmica atingiu elevado nível, havendo os vasos pintados com figuras vermelhas ou pretas e as estatuetas tão faladas: de Tanagra.

 

 

Tinham pratos especiais para cozer ovos. Eram de três dimensões: para os de pavoa, os de pata e os de galinha.

Aqueciam o vinho numa espécie de cafeteira ou em ânforas com duplo fundo. A louça era decorada com peixe, pois foi este, durante muito tempo, o seu alimento predilecto.

Os copos chamavam-se poterion.

Entre os romanos, a cozinha mostrou-se, ao princípio, muito rudimentar. Foi só depois da guerra contra Antiochus, o Grande, que eles começaram com os festins. Tito-Lívio afirmou que, nessa altura, é que entrou, em Roma, o luxo da Ásia; o cozinheiro, de escravo tornou-se rei; o que não passava de um ofício transformou-se em arte.

O cozinheiro romano exigiu chamar-se não coquus mas sim: archimagirus. O homem que vigiava o lume era denominado: focarius; o que fazia os estufados: coctor; aquele que tratava dos picados e dos purés: pinsitor.

Condus era o copeiro; doliarus o que tratava dos cereais; structor o que enfeitava as travessas; carptor o trinchador; aquarius o que se ocupava da água; pocillator o que deitava o vinho nos copos.

O homem que provava a comida, não fosse estar envenenada, era o proegustator.

O chefe de mesa, de então, que mandava no triclinium ou sala de jantar, chamava-se: triclinarcha. Acima dele estava o mordomo que também era chefe do protocolo: nomenclator.

A peça principal da cozinha era a enorme mesa de pedra, onde se cortavam as peças e se pisavam os cereais numa espécie de almofariz escavado a um dos lados. Nas paredes, havia pinturas representando variadas vitualhas. Os utensílios eram semelhantes aos dos gregos, existindo a mais a craticula (grelha) e a bacia com água perfumada em que os senhores mergulhavam várias vezes os dedos.

Na Idade Média, as chaminés eram largas e altíssimas; por vezes situadas ao centro da quadra, como se vê nalgumas abadias.

O tempo foi correndo.

Os cozinhados mais apreciados eram: papas de mel, açafrão, ovos, manteiga e vinho doce; caldeirada de peixe do rio previamente assado na grelha; guisado de coelhos, lebres e aves feito com banha, toucinho, amêndoas e cebolas; picado de faisão e cabrito ligado com ovos e pão ralado e regado de molho.

Aqui temos a ementa de um banquete que foi servido por Taillevent ao rei Carlos VI:

Première assiette: chapons au brouet de cannelle; poules aux herbes; choux nouveaux et puis la venaison.

Second mets: rôt le meilleur, paons ou sebereau; pâtés de chapons; levraults au vinaigre rosat et chapons au moût jehan.

Tiers mets: perdrix à la trimolette; pigeons à l’étuvée; pâtés de venaison; gelée et leschées.

Quart mets: pour crèmes; pâtés de poires; amandes; tartes sucrées.

No século XVI encontramos uma testemunha que gosta de conversar: Rabelais. É desta data que os livros de cozinha começam a marcar a sua posição. Em 1543, apareceu «A Flor de toda a cozinha» de Pedro Pidoux e em 1570 o «Viander», de Taboureau. Comia-se esplendidamente, naquela época, tanto na corte do rei Henrique II como, mais tarde, na de Henrique IV, quando os pasteleiros italianos nela foram introduzidos por Catarina e Maria de Médicis.

Henrique IV era aquele simpático monarca que exprimia assim o seu igualitário desejo: «quero que cada um dos meus súbditos ponha uma galinha no seu cozido de cada domingo».

No reinado de Luís XIV, a apresentação era magnífica. Na cozinha, muitos utensílios foram substituídos por outros mais modernos. O fogão, substituindo a chaminé, foi um grande passo no requinte culinário. Havia trens de cozinha em prata, como aquele com que trabalhava o grande Vatel às ordens do príncipe de Condé, em Chantilly.

Nestes séculos XVII e XVIII, os fidalgos ligavam muita importância à mesa, dando o seu nome a vários pratos, tais como o marquês de Béchamel a um molho, o cardeal de Richelieu a uma guarnição, a princesa Conti a um puré de lentilhas, Mme de Maintenon a umas costeletas, Maria Leczinska a certas codornizes. No tempo em que Racine dissecava corações em cena e Mme de la Fayette escrevia a «Princesa de Clèves», a aura culinária está ligada à aparição do romance psicológico.

No reinado de Luís XV, outros trabalhos culinários apareceram: «Cozinheiro Moderno», de Vincent de la Chapelle; «Dons de Comus», de Marin. Mais tarde: «Maître d’hôtel français» e «Le cuisinier Parisien» do grande artista que foi Carême, aquele que, partindo para o Congresso de Viena, disse ao rei Luís XVIII: «Sire, eu preciso mais de caçarolas do que de instruções escritas».

Em 1826 apareceu um dos livros de Brillat-Savarin: «Physiologie du Goût».

E que foi o «Potage Espagnol», servido no noivado de Luís XIV com Maria Teresa, senão um madrigal culinário?

A França é o país onde melhor se come. E o bom cozinheiro é lá considerado como um ser à parte, tal como o poeta Désaugiers, do Caveau, um tanto exageradamente, o cantou:

Un cuisinier, quand je dîne,
Me semble un être divin
Qui, du fond de sa cuisine,
Gouverne le genre humain.
Qu’ici-bas, on le contemple
Comme un ministre du ciel,
Car sa cuisine est un temple
Dont les fourneaux sont l’autel.

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1952 Receitas Royal

Receitas Royal

circa 1950

TITLE: Receitas Royal

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:
Outra ed.:
– Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: João Machado da Conceição

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 26186 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 443

OBSERVAÇÕES:

443

Receitas Royal – Lisboa: João Machado da Conceição,
1952

BN S.A. 26186 P.

Outra ed.:
– Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

Nova ed. – [D. L. 1957] (S.A. 27706 P.)

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1952 A cozinha dos Paços de Vila Viçosa / Gustavo de Matos Sequeira

A cozinha dos Paços de Vila Viçosa

1952

TITLE: A cozinha dos Paços de Vila Viçosa

SUB TITLE: 

AUTHOR: Gustavo de Matos Sequeira

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1952

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Fundação Casa de Bragança

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 829

OBSERVAÇÕES:

829

SEQUEIRA, Gustavo de Matos, 1880–1962

A cozinha dos Paços de Vila Viçosa / Gustavo de Matos Sequeira. — Lisboa: Fund. Casa de Bragança, 1952

BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.

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1951 Alguns subsídios para a história do último Abade colado de Priscos

Alguns subsídios para a história do último Abade colado de Priscos

1951

TITLE: Alguns subsídios para a história do último Abade colado de Priscos

SUB TITLE: 

AUTHOR: Américo Pinto

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1951

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

PUBLISHER: Diário do Minho. — Braga. — A. 33, n. 10037 (17 Nov. 1951) — a. 33, n. 10045 (25 Nov. 1951)

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Colecção Cultura e Recreio

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN J. 4135 G.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 810

OBSERVAÇÕES:

810
PINTO, Américo
Alguns subsídios para a história do último Abade colado de Priscos / Américo Pinto
Diário do Minho. — Braga. — A. 33, n. 10037 (17 Nov. 1951) — a. 33, n. 10045 (25 Nov. 1951)

BN J. 4135 G.

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1951 Tesouro das Cozinheiras

Cooks' Treasure

1951

TITLE: Cooks' Treasure

SUB TITLE: 

AUTHOR: Mirene

NOTAS DE AUTORIA: (Pseud. de Maria Irene Andrade Braga)

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1951

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 2nd and 3rd Edition
Outras ed.:
— [D. L. 1953] (S.A. 16966 V.)
— 3.ª ed. — [D. L. 1957] (S.A. 18305 V.)
— 4.ª ed. — [D. L. 1962] (S.A. 26212 V.)
— [D. L. 1966] (S.A. 32203 V.)
— [D. L. 1968] (S.A. 35478 V.)
— [D. L. 1969] (S.A. 37364 V.)
— [D. L. 1974] (S.A. 43302 V.)
— imp. 1976 (S.A. 47032 V.)
— imp. 1978 (S.A. 50623 V.)
— imp. 1980 (S.A. 54164 V.)
— imp. 1981 (S.A. 55302 V.)
— imp. 1981 [D. L. 1982] (S.A. 57381 V.)
— imp. 1983 (S.A. 59588 V.)
— imp. 1984 (S.A. 61541 V.)
— imp. 1985 (S.A. 62396 V.)
— imp. 1986 (S.A. 64050 V.)
— imp. 1989 (S.A. 67173 V.)
— imp. 1990 (S.A. 70519 V.)
— imp. 1992 (S.A. 72389 V.)
— imp. 1993 (S.A. 74971 V.)
— imp. 1994 (S.A. 78008 V.)

LOCAL: Porto

PUBLISHER: Porto Editora

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 15842 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 372

OBSERVAÇÕES:

2nd edition

 Os Nossos Filhos, Nº 180, Maio 1957 – 29 | Ilustração Portugueza

3rd edition

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1951 Agenda da mulher 

Agenda da mulher

1951- .

TITLE: Agenda da mulher

SUB TITLE: 

AUTHOR: Agência Imperial de Publicidade

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1951- .

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN P.P. 5220 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 574

OBSERVAÇÕES:

575

AGENDA DA MULHER
Agenda da mulher. — [Lisboa] : Ag. Imperial de Publicidade, 1951- . — 22 cm

Na BN existe para os anos de 1952, 1953 e 1955

BN P.P. 161 P.

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1951 A alimentação do povo português: bibliografia

A alimentação do povo português: bibliografia

1951

TITLE: A alimentação do povo português: bibliografia

SUB TITLE: 

AUTHOR: prefácio e coordenação António Mendes Correia

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO: 

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1951

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Instituto Nacional Estatística

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.C. 14130 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 852

OBSERVAÇÕES:

852

CORREIA, António Augusto Mendes
A alimentação do povo português: bibliografia / pref. e coord. António Mendes Correia. — Lisboa: Inst. Nac. Estatística, 1951

BN S.C. 14130 V.

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

37. CORREIA, António Augusto Mendes, A Alimentação do Povo Português (1951)

Trata‑se de uma publicação do Centro de Estudos Demográficos, com prefácio e coordenação do Professor Mendes Corrêa, na altura professor de Antropologia da Universidade do Porto. Nesta obra estão reunidos possivelmente todos os trabalhos publicados em Portugal desde 1873 até essa altura sobre a alimentação do povo português. 

Esta publicação reúne trabalhos sobre a alimentação. As temáticas até então tratadas vão desde a descrição da alimentação de grupos particulares em certas regiões do país, trabalhos sobre alimentos específicos (como o leite), aspetos sociais e económicos, as disponibilidades alimentares da população do continente, o estudo do consumo de alguns micronutrientes em populações específicas, as questões agrícolas em Portugal, os refeitórios e a balança alimentar. O autor conclui alertando para o que chamou de subalimentação da população portuguesa e manifesta a sua surpresa de, ainda assim, a população apresentar quantitativos demográficos positivos, quando, na sua opinião, seria de esperar um “enfraquecimento da vitalidade germinal”. Todavia, enfatiza que, embora as taxas de natalidade não denotem quebras espectáveis para as condições alimentares existentes, as taxas elevadas de mortalidade infantil, a frequência de tuberculose e outros problemas de saúde estariam na origem de carências alimentares graves.

(CP) Carmen Soares

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1951 O PÃO: pequeno manual prático de panificação

O PÃO: pequeno manual prático de panificação.

1951

TITLE: O pão 

SUB TITLE: pequeno manual prático de panificação.

AUTHOR: Fábrica Portuguesa de Fermentos Holandeses

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1951

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 

LOCAL: Cruz Quebrada

PUBLISHER: Fábrica Portuguesa de Fermentos Holandeses

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 26168 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 699

OBSERVAÇÕES:

699

O PÃO : pequeno manual prático de panificação. — Cruz Quebrada : Fábrica Portuguesa de Fermentos Holandeses, 1951

Contém receitas

BN S.A. 26168 P.

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(s.d.) Do João da Mata ao João do Grão / Gustavo de Matos Sequeira

Do João da Mata ao João do Grão

circa 1945

TITLE:Do João da Mata ao João do Grão

SUB TITLE: 

AUTHOR: Gustavo de Matos Sequeira

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: circa 1945

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: In: A Nossa Lisboa / Gustavo de Matos Sequeira; capa de Francisco Valença; desenhos de Rocha Vieira e José Espinho. — Lisboa : Portugália, [194-]. — p. [143]-148

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:

BN H.G. 27332 P.

BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 830

OBSERVAÇÕES:

830

SEQUEIRA, Gustavo de Matos, 1880-1962

Do João da Mata ao João do Grão / Gustavo de Matos Sequeira
In: A Nossa Lisboa / Gustavo de Matos Sequeira; capa de Francisco Valença; des. de Rocha Vieira e José Espinho. — Lisboa : Portugália, [194-]. — p. [143]-148

BN H.G. 27332 P.

BN B.A. 2402 I V.
B.A. 8352 V.

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19– Elementos para o estudo do Queijo da Serra 

Elementos para o estudo do Queijo da Serra 

19--?

TITLE: Elementos para o estudo do Queijo da Serra 

SUB TITLE: 

AUTHOR: Teodósio Marques Antunes, Inácio António dos Santos

NOTAS DE AUTORIA: Sep. Boletim Pecuário, 11 (2)

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 19–

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Soc. Astória

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

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FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 14400 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 706

OBSERVAÇÕES:

706

ANTUNES, Teodósio Marques, e outro
Elementos para o estudo do Queijo da Serra / Teodósio Marques Antunes, Inácio António dos Santos . — [Lisboa : s. n., 19–] (Lisboa : Soc. Astória)
Sep. Boletim Pecuário, 11 (2)

BN S.A. 14400 V.