Tag: LIVROS SEC XIX
1875 Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1875
Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro ou Encyclopedia do cosinheiro Portuguez. 1875
Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa
TITLE: Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro
SUB TITLE: Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1875
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 3ª edição muito aumentada
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Livraria do Editor
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”:
OBSERVAÇÕES:
Anónimo e publicado no Porto pela “Livraria do Editor”, o receituário Thesouro do Cosinheiro, confeiteiro e copeiro conhece primeira edição em 1863. Terá uma 2.ª edição da qual nada se sabe nem existem exemplares em bibliotecas públicas portuguesas. Em 1875 conheceu uma 3.ª edição “muito aumentada” (Thesouro, 1875, p. I). Em 1894, na 4.ª edição, é-lhe acrescentado o subtítulo Encyclopedia do Cosinheiro Portuguez, referindo-se que se tratava de uma edição “revista e augmentada” (Thesouro, 1894, p. I), tendo sido publicada pela Livraria Editora – Viúva Jacinto Silva, localizada na mesma rua e números que a anterior “Livraria do Editor”. Depreende-se, pois, que o compilador possa ter sido Jacinto Silva.
in
João Pedro Gomes
“Receita Brazileira”: representações da culinária do Brasil nos receituários portugueses do século XIX
TITLE: Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro
SUB TITLE: Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1894
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Porto
PUBLISHER: Livraria Editora – Viuva Jacinto Silva
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS: 28 págs
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
BN S.A. 7914 V
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 497
OBSERVAÇÕES:
1872 Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1872
The Art of Waiting at Table or Useful Precepts for Children and Householders
TITLE: The Art of Waiting at Table or Useful Precepts for Children and Householders
SUB TITLE:
AUTHOR: João da Mata
NOTAS DE AUTORIA: Masculino
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1872
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Typographia Universal
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 12587 7ª P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 876
OBSERVAÇÕES:
João da Mata, the most famous and emblematic chef of the time. He started out as a kitchen boy and worked as a cook in various houses in Lisbon, having learnt from French specialists. In 1848, he opened a grazing house in Rua do Alecrim in Lisbon. Later, in 1858, he opted for a larger space in Rua do Ouro and, in 1864, he created the Mata hotels. He was the author of a booklet called Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas (1872) and a famous book entitled Arte de Cozinha, published in 1876, with four editions up to 1900.
in Women's cookery: The first recipe books written by Portuguese women.
Isabel M. R. Mendes Drumond Braga
876
MATA, João da, 18–
Arte de servir à mesa ou Preceitos uteis para creados e donos de casas / por João da Mata. — Lisboa: Typ. Universal, 1872
BN S.A. 12587 7ª P.
1871 Manual do Cosinheiro e do Copeiro
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1871
Chef's Manual
TITLE: Chef's Manual
SUB TITLE: contendo o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza ensinando a maneira de fazer os mais delicados manjares pertencentes á arte de cosinheiro copeiro, e pasteleiro; doces de calda, sorvetes gelados, etc, etc, etc.
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1871
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 1st edition
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Livraria J. J. Bordalo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 16019 13 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 544
OBSERVAÇÕES: No ano de 1872 saiu com o nome Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para Lisboa. Livraria J. J. Bordalo. 1871 – 1872
544
ALMANAQUE DO COZINHEIRO E DO COPEIRO
Almanach do cozinheiro e do copeiro . — 1871-1872 . —
Lisboa : Livr. de Joaquim José Bordalo, 1871-1872 . — 16 cm
No ano de 1872 saiu com o tit. Almanach do cozinheiro, licorista e conserveiro
BN S.A. 16019 13 P.
in
BiblioAlimentaria
1. Memória gastronómica
Destinado a “donas de casa e cozinheiras”, o Chef's Manual, publicado anonimamente em Lisboa em 1871, apresentava‑se como um pequeno livro de cozinha com o custo unitário de 240 réis e à venda na Livraria de J. J. Bordalo.
Distinguindo‑se dos grandes compêndios de cozinha e traduções para português de obras de referência, O Manual do Cosinheiro regista apenas 161 receitas cuja organização se depreende ser por ordem de serviço: colocando as sopas em primeiro lugar, as receitas sucedem‑se entre carne, peixe, vegetais, empadas e tortas, receitas com ovos (doces e salgadas), terminando com sorvetes.
O volume encerra com duas curiosas secções dedicadas à arte de servir: a primeira, “Modo de servir à mesa”, dá indicações para servir refeições, com particular foco na forma de trinchar e servir carnes e peixes, onde se identifica ainda a prevalência do serviço “à francesa”, repetindo as mesmas fórmulas de grande parte da literatura gastronómica portuguesa da 1.ª metade do século xix; segue‑se a esta uma segunda secção dedicada a descrições de modelos de banquetes, diretamente decalcados da obra de Domingos Rodrigues, Kitchen Art, na sua edição de 1683. Dos modelos apresentados há a destacar o “jantar à portuguesa”, composto por duas cobertas e sobremesa, num total de 32 iguarias. Apresentam‑se três estampas de planos de mesa oval que, apesar de numeradas, não apresentam relação aparente com os modelos sugeridos, nem se fazem acompanhar de qualquer legenda.
O receituário não revela originalidade, sendo identificadas receitas reproduzidas diretamente das obras de Domingos Rodrigues e Lucas Rigaud, origem confirmada pelo próprio autor na receita de “Conserva de peixe”, onde justifica a utilização de determinadas ervas aromáticas estranhas ao paladar português com o argumento de que parte das receitas foram copiadas e traduzidas do Francês. Denuncia‑se, por esta via, a prática comum da valorização da cozinha francesa e a sua inclusão nos receituários publicados em Português.
(JPG) João Pedro Gomes
Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1871
Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871
TITLE: Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871
SUB TITLE: Contém, além do calendario, o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza ensinando a maneira de fazer os mais delicados manjares pertencentes á arte de cosinheiro copeiro, e pasteleiro; doces de calda, sorvetes gelados, etc, etc, e terminando com as necessárias indicações para bem servir e pôr uma mesa no gosto moderno, com estampas explicativas.
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1871
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 1st edition
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Livraria J. J. Bordalo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
BNP
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 16019 13 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 544
OBSERVAÇÕES: No ano de 1872 saiu com o nome Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para Lisboa. Livraria J. J. Bordalo. 1871 – 1872
544
ALMANAQUE DO COZINHEIRO E DO COPEIRO
Almanach do cozinheiro e do copeiro . — 1871-1872 . —
Lisboa : Livr. de Joaquim José Bordalo, 1871-1872 . — 16 cm
No ano de 1872 saiu com o tit. Almanach do cozinheiro, licorista e conserveiro
BN S.A. 16019 13 P.
in
BiblioAlimentaria
1. Memória gastronómica
Destinado a “donas de casa e cozinheiras”, o Chef's Manual, publicado anonimamente em Lisboa em 1871, apresentava‑se como um pequeno livro de cozinha com o custo unitário de 240 réis e à venda na Livraria de J. J. Bordalo.
Distinguindo‑se dos grandes compêndios de cozinha e traduções para português de obras de referência, O Manual do Cosinheiro regista apenas 161 receitas cuja organização se depreende ser por ordem de serviço: colocando as sopas em primeiro lugar, as receitas sucedem‑se entre carne, peixe, vegetais, empadas e tortas, receitas com ovos (doces e salgadas), terminando com sorvetes.
O volume encerra com duas curiosas secções dedicadas à arte de servir: a primeira, “Modo de servir à mesa”, dá indicações para servir refeições, com particular foco na forma de trinchar e servir carnes e peixes, onde se identifica ainda a prevalência do serviço “à francesa”, repetindo as mesmas fórmulas de grande parte da literatura gastronómica portuguesa da 1.ª metade do século xix; segue‑se a esta uma segunda secção dedicada a descrições de modelos de banquetes, diretamente decalcados da obra de Domingos Rodrigues, Kitchen Art, na sua edição de 1683. Dos modelos apresentados há a destacar o “jantar à portuguesa”, composto por duas cobertas e sobremesa, num total de 32 iguarias. Apresentam‑se três estampas de planos de mesa oval que, apesar de numeradas, não apresentam relação aparente com os modelos sugeridos, nem se fazem acompanhar de qualquer legenda.
O receituário não revela originalidade, sendo identificadas receitas reproduzidas diretamente das obras de Domingos Rodrigues e Lucas Rigaud, origem confirmada pelo próprio autor na receita de “Conserva de peixe”, onde justifica a utilização de determinadas ervas aromáticas estranhas ao paladar português com o argumento de que parte das receitas foram copiadas e traduzidas do Francês. Denuncia‑se, por esta via, a prática comum da valorização da cozinha francesa e a sua inclusão nos receituários publicados em Português.
(JPG) João Pedro Gomes
Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1871
Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872
TITLE: Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872
SUB TITLE: Contém, além do calendario, o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza, a melhor maneira de fabricar delicados doces e licores finos, concluindo com um breve tratado de jardinagem necessario na boa disposição de qualquer banquete campestre
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO: prologo de Luiz de Araujo
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1871
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Livraria Joaquim José Bordalo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”:
OBSERVAÇÕES:
1870 O cosinheiro dos cosinheiros – Paul Plantier
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1870
The seaman's seaman
TITLE: The seaman's seaman
SUB TITLE: colleção de mais de 1500 receitas usuaes, faceis e economicas, de cozinha, copa, salsicharia, pastellaria e confeitaria com as mais importantes noticias relativas a alimentação e conservação das substancias alimenticias.
AUTHOR: contou com a colaboração de nomes conhecidos das Artes portuguesas, a saber, “A[ntónio] A[ugusto] Teixeira de Vasconcellos, A. Batalha Reis, A[ntónio] J[osé] de Sousa Almada, Alfredo Sarmento, Anonymus, A. X. R. Cordeiro, B[ernardino] Martins da Silva, B[rito] Aranha, B[ulhão] Pato, C. Mariano Froes, C. M. Cabral, E. A. Vidal, Eduardo Coelho, F. Gomes de Amorim, Fragoso, J[úlio] Cesar Machado, Luiz de Araujo, Luciano Cordeiro, M[anuel] Monteiro, M[arciano] Henriques da Silva, M. C., R[amalho] Ortigão, Visconde de Benalcanfôr”.
NOTAS DE AUTORIA: Misto
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1870
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 1st edition
Outras ed.:
— 2.ª ed. — 1877³ (S.A. 12873 P.; S.A. 15671 P.)
— Nova ed. [s. d.] (S.A. 17002 P.)
— Nova ed., 1.º milhar. — [s. d.] (S.A. 12911 P.; S.A. 12910 P.)
— Nova ed., 3.º milhar. — [s. d.] (S.A. 13575 P.)
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: P. Plantier
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO: Brochado
FORMATO / DIMENSÕES: 18 x 12,5 cm
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
BN S.A. 12847 P.
S.A. 12848 P.
F. 6976
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 173
OBSERVAÇÕES:
TITLE: The seaman's seaman
SUB TITLE: colleção de mais de 1500 receitas usuaes, faceis e economicas, de cozinha, copa, salsicharia, pastellaria e confeitaria com as mais importantes noticias relativas a alimentação e conservação das substancias alimenticias.
AUTHOR: contou com a colaboração de nomes conhecidos das Artes portuguesas, a saber, “A[ntónio] A[ugusto] Teixeira de Vasconcellos, A. Batalha Reis, A[ntónio] J[osé] de Sousa Almada, Alfredo Sarmento, Anonymus, A. X. R. Cordeiro, B[ernardino] Martins da Silva, B[rito] Aranha, B[ulhão] Pato, C. Mariano Froes, C. M. Cabral, E. A. Vidal, Eduardo Coelho, F. Gomes de Amorim, Fragoso, J[úlio] Cesar Machado, Luiz de Araujo, Luciano Cordeiro, M[anuel] Monteiro, M[arciano] Henriques da Silva, M. C., R[amalho] Ortigão, Visconde de Benalcanfôr”.
NOTAS DE AUTORIA: Misto
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: NOVA EDIÇÃO: 1890
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: Nova edição 5.º milhar.
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: P. Plantier
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tipografia Luso-Britanica
ENCADERNAÇÃO: Brochado
FORMATO / DIMENSÕES: 18 x 12,5 cm
NÚMERO DE PÁGINAS: 791 pág.
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
OBSERVAÇÕES:
Esta edição de O COZINHEIRO DOS COZINHEIROS é uma reimpressão de um dos maiores sucessos da Plantier em Portugal. O volume compila receitas de escritores e pessoas conceituadas em Portugal no início do século XX e inclui quitutes preparados por Alexandre Dumas, pai e filho, Saint Simon ou o Visconde de Belacanfor. As receitas são uma mistura de ingredientes e pratos de diversas regiões européias com a culinária típica portuguesa. Dentre as receitas francesas destacam-se clássicos do século XIX como o pombo com ervilhas, o court-buillon de frutos de mar, a enguia grelhada, as omeletes de vários tipos. Do lado português, caldeiradas, ensopados, sopas ou as rabanadas, chamadas pelo seu nome francês, pain perdu, ou em português, pães perdidos.
1860 Formulário para Cozinha e Copa
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1860
Forms for kitchens and pantries
coordenado, por hum curioso da provincia do Minho
TITLE: Forms for kitchens and pantries
SUB TITLE: coordenado, por hum curioso da provincia do Minho
AUTHOR: Anônimo
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1860
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Porto
PUBLISHER: Tipographia de D. António Moldes
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tipographia de D. António Moldes
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 196
OBSERVAÇÕES:
196
Formulário para a cozinha e copa / coordenado por Hum Curioso da Província do Minho. – Porto: na Typ. de D. António Moldes, 1860.
Formulário para Cozinha e Copa por hum curioso da província do Minho (1860)
Trata-se, uma vez mais, de uma obra anónima, publicada pela tipografia de D. António Moldes, no Porto, em 1860.
Do responsável pela coletânea nada se sabe, a não ser a indicação no frontispício que remete a autoria para um “curioso da provincia do Minho”. José Quitério, aludindo a informações dadas por Roby Amorim, refere que este “curioso” se poderia tratar de um antepassado daquele, João Lopes Pacheco Pereira Vieira da Rocha Pimentel (Rego, 1998, p. 12).
O receituário conta com 128 entradas, na sua grande maioria receitas culinárias, a par de textos descritivos sobre alguns produtos alimentares e advertências técnicas. A associação desta coletânea ao Norte de Portugal encontra reflexo na integração de duas receitas associadas à cidade de Amarante (“Cavacas” e “Pão de Ló”) (Formulário, 1860, p. 51 e p. 127), as únicas referências a preparados de território nacional do conjunto. O autor adiciona ainda uma receita de “Espermegado á italiana” e um texto descritivo dedicado às “Farinhas do Brasil” (Formulário, 1860, p. 65), sendo esta a única referência à cultura alimentar brasileira no texto.
Na referência que faz às farinhas brasileiras afirma que a de “araruta, Carimá, maranta e de Páo” eram as mais conhecidas entre os portugueses, ressalvando que o “Sagú” e a “Tapióce [sic]” “se bem que não sejam farinhas, dão o mesmo resultado”. A todas era comum o serem “de fácil digestão, e muito nutrientes”, qualidades atestadas por “alguns Facultativos”.
Apesar de se anunciar, neste texto, que se irão apresentar “diversas maneiras” de preparar estas farinhas, apenas a “farinha de páo”, a farinha de mandioca, é beneficiada com uma entrada específica: nesta se refere se “[…] faz em calda d’estrugido, e também, em susbtancia de carne; ou só com pingue, ou azeite”, remetendo para os polmes que na literatura culinária brasileira (e por extensão, portuguesa) se denominarão de “pirão”.
Tratava-se esta farinha de um produto secular associado aos hábitos alimentares das classes menos privilegiadas brasileiras. Tinha sido alimento-base da população escravizada em todo o mundo atlântico colonial português (Rodrigues, 2017) e, no século XIX, continuaria a predominar nas dietas das populações mais empobrecidas quer do meio rural, quer do meio urbano, integrando, inclusive, as rações diárias de tripulações e passageiros que circulavam entre o Brasil e Portugal (Braga, 2017; Silva, 2008, p. 127-128). Em Portugal, no final do século, a farinha de pau, juntamente com a tapioca, integravam as dietas dos doentes do Hospital de Monção (Esteves, 2016). Na década de 1870, João da Matta incluirá os polmes feitos a partir desta farinha na sua Arte de Cosinha, denotando-se o valor identitário atribuído a este produto como representante de uma cultura alimentar estrangeira.
Esta fórmula refere ainda os cuidados a ter na produção destes polmes, advertindo-se que a farinha deveria ser lançada na calda a ferver, “mexendo, até que fique bem liza, e sem granulhos”, sabendo-se que estaria pronta para servir em um prato coberto “em fazendo um véo por cima, ou umas rugas aos lados da cassarola”. Indicações de um saber-fazer que, à data, poderia ainda não estar enraizado nas práticas culinárias e nos hábitos alimentares portugueses.
in “Receita Brazileira”: representações da culinária do Brasil nos receituários portugueses do século XIX – João Pedro Gomes
AO LEITOR
À ociosidade, mais filha das minhas molestias, que de genio, fez, que por distracção, me desse ao trabalho, de diligenciar algumas receitas, do que pertence à Cozinha e Copa; inclinando-me aos usos e costumes da provincia do Minho, de que sou filho. Tive à vista differentes artes, e varias receitas avulsas, e d’ellas extractei, e fiz experimentar algumas; fazendo-lhes alterações, que me parecerão judiciosas; e ao mesmo tempo redigindo-as com clareza; para qualquer servente, ou curioso, as poder pôr em pratica.
Considerando por tanto estas receitas — caseiras — afastei-me d’esses nomes francezes, que pela maior parte, são phantasmagoricos e campanudos se bem, que para algumas pessoas; são de luxo e grandeza.
Garanto parte d’estas receitas, por isso que tenho conhecimento do seu bom resultado. Tambem attendi muito à economia, e muito mais à salubridade das comidas, como a experiencia o mostrará.
ADVERTENCIAS, QUE DEVEM LER-SE
Não estive a fazer um indice extenso, por escusado; pois da maneira que vai, qualquer das eguarias alli notadas, abrange em seguida, as mais que n’elle se contem do mesmo cozinhado; mas differentemente preparadas. Segui a ordem alphabetica, como melhor, que a separação em capitulos.
Todas as carnes, devem ser postas ao lume, em agua fria; os legumes, em agua a ferver; todavia sendo seccos; como favas, ervilhas, feijão, ervanços, e castanhas, em agua fria; devendo estar de molho, havendo tempo, algumas horas, para se cozerem com mais facilidade.
Em quanto a louça, a mais igienica sem duvida, é a do nosso barro ordinario; por vidro, ou de ferro coado, e se o estanhado não estiver bom, é falsificado; pela mistura do chumbo; melhor seria o ferro estanhado, ou a folha de Flandres; com tudo nem como duvida, aconselharei a de barro, ou como melhor e mais asseada, a de ferro, forrada de porcelana; é verdade, que cara; mas muito facil de lavar, e limpar, e duradoura, havendo cautella.
Todavia mesmo para as cozinhas, ou fogões de ferro, que hoje são tão vulgares, se póde mandar fazer a louça de barro, modelada por a de ferro; fica muito barata, e não se fazendo uso d’ella em secco, inda atura bastante; ora para se apparar um estrogido; e que se faz mister uma cassarola de ferro, bem como para uma carne assada quasi em secco. Os mesmos tachos chamados de arame, eu os substituira, por cassarolas forradas de porcelana, para refinar o açucar, e para outros misteres; tenho-as visto, que levam meio alqueire de agua. A carne, logo que denuncie bafo, deve inutilisar-se; e outro tanto se deverá fazer, a toda e qualquer iguaria, que d’alguma maneira indique alteração; antes o alimento pouco, e pouco variado, e ser são, e limpo; e temperado; ou calor do forno, para carnes, peixe, e doces, deve ser regular, muito principalmente para doces; do contrario, correm risco, de se queimarem; e para maior cautella, devem vigiar-se a miudo.
2.ª ADVERTENCIA
No que diz respeito a comidas de carnes, e suas pertenças, não estive em geral, a estabelecer as quantidades; porque estas variam muito, conforme o numero das pessoas; deixo isso ao arbitrio de quem mandar, ou executar; pois é impossivel, que qualquer pessoa, que se dedique à cozinha, não tenha algumas luzes, e pratica; sem o que arte nem uma; não havendo quem a ensine; poderá só por a sua simples leitura, habilitar qualquer pessoa, para se pôr à testa d’uma cozinha; inda que seja um pouco frugal.
Havendo habilidade, e bom paladar em todo o caso, nada mais facil, do que a cozinha, e até o variar de pratos, com uma simples variação nos adubos, e na manipulação. Tambem muito recomendo, como se vê em todas as artes de cozinha, as muitas especies que mandam deitar, em todas as iguarias; porque estou persuadido, que podem ser bem gratas ao paladar, sem esse cavalheiro; no entanto, em todos os guizados, ou ensopados, se poderá deitar, com mão escassa, alguma pimenta em grão, principalmente nos legumes, e em toda a qualidade de peixe fresco; e nos seus competentes molhos deve ser em pó; porem temos o vinagre, as azedas, o limão, a laranja azeda, a salsa, a hortelã, a folha de louro, &c.
ADVERTENCIA FINAL
Todos os adubos para os differentes cozinhados, ou de carne, ou doce, devem ser sempre dos melhores. Como sigo os costumes da provincia do Minho, deve entender-se, que à medida dos liquidos, é a d’esta provincia em geral; que é o mesmo que meio quartilho; manteiga de porco; açucar refinado, o mesmo que clarificado; afogado, guisado, e ensopado, é tudo o mesmo, ou ao menos muito semelhante.
Quando se indicar açucar em pó, deve entender-se refinado; e será muito melhor, manda-lo refinar, cada qual em sua casa; quando se indicar em qualquer ponto que seja, deve sempre clarificar-se, com clara d’ovo.
O sal tambem deve ser refinado. A manteiga, não se dizendo de porco, deve entender-se de vaca, mas da primeira qualidade. Canella de ceilão, pimenta de caiena, cravo de girofle, &c.; se bem que em todos os cozinhados, sou um pouco escasso em especies, preferindo para as substituir, a mostarda, o limão, a laranja, as azedas, o vinagre, as conservas, e o bom mexilhão d’Aveiro; que tudo considero menos prejudicial à saude, do que o cravo, a pimenta, e mais especiaria, que nos tem de fóra.
Um jantar póde ser servido, em duas, ou mais cobertas; todavia sendo familiar, será mais regular, colocar-se tudo o que suas carnes na mesa; mas sempre com symetria; bem como tudo o doce de cozinha, isto é, pastelinhos, tortas, pudins, gelatinas, creme, arroz doce, &c.; e tirada esta coberta, a toalha deve estar por baixo uma outra de côr, ou branca, e os guardanapos; servem-se com os pratos e talheres, depois de collocado o dessert; que deve constar, de doces, frutas, doces seccos, biscoitinhos, e amendoas, doces de calda, passas, queijo às fatias; ninhos ou quadros, nozes, castanhas, &c.
Não advirto que a mesa for envernizada, póde dispensar-se a toalha, mas não os guardanapos; o serviço de louça, e talheres, deve ser proprio para desert.
Umas jarros de flores no meio da mesa, quando não haja prato, ou cousa que o suppria, tambem tem todo o lugar.
Quando o jantar fôr de ceremonia, ou etiqueta, deverá ser em trez cobertas, ou mais; sendo em trez, a primeira constará do cozido; e seus accessorios; sendo reunião grande, os pratos fortes devem ser dobrados, para darem mais commodo ao serviço, e para não serem demasiadamente grandes e cheios; os ensopados, ou guizados, e frituras; na segunda, os assados, os pastelinhos, as tortas, e mais doces frescos de cozinha; a terceira que é o desert, como acima se diz, mas com mais profusão.
Na primeira, servem-se vinhos do Porto, verdes, e cerveja; na segunda, os mesmos, champanhe, e outros proprios; no desert, vinhos espirituosos, como Xerez, Malaga, Alicante, Moscatel de Setubal, &c. &c.
Lembro que com as carnes, devem estar na mesa pratinhos de conservas, ou de enjoativos.
A muita variedade de pratos, e a abundancia, não é que faz um jantar lauto, e apparatoso; mas sim o bem disposto de tudo, boas louças, cristais, e talheres; bons criados, e em todo o caso, o bom cozinheiro.
O que tiver de se trinchar, póde ser fóra, em um apparador, para se não incommodarem as pessoas, que estiverem à mesa; servindo os criados em volta, d’ella o que se for trinchando, e sempre em seguida.
N. B. Os pratos, e talheres, podendo ser mais que de luxo, o serão-se servindo em todo o jantar, de differentes qualidades, e padrões; bem como os talheres, sendo estes, de prata, e de marfim, e para o desert, de madre perola; podendo ser variados, nos adornos, ou feitos. O mesmo observar-se-á, no serviço do chá; e a maneira de haver menos suspeita, em trocas, ou nas lavagens.
1857 Manual do destilador ou modo facil para preparar com toda a perfeição differentes vinhos preciosos
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date January 1, 1857
Manual do destilador ou modo facil para preparar com toda a perfeição differentes vinhos preciosos
TITLE: Manual do destilador ou modo facil para preparar com toda a perfeição differentes vinhos preciosos
SUB TITLE:
AUTHOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1857
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
1st edition Lisbon Bordalo Store
— 2.ª ed. — [s. d.] (S.A. 23128 P.; S.A. 12363 P.)
— 4.ª ed. — Lisboa : Livr. de J. J. Bordalo, 1868 (S.A. 12380 P.)
— 5.ª ed. — 1873 (S.A. 15714 P.)
— 6.ª ed. — 1878 (S.A. 12379 P.)
— Manual do destillador e do licorista ou modo facil… — 7.ª ed. — 1884 (S.A. 15715 P.)
— 8.ª ed. — 1891 (S.A. 13279 P.; S.A. 18341 P.)
— Manual do destillador, licorista e perfumista … — 9.ª ed. inteiramente reformada… — 1894 (S.A. 15967 P.)
— 10.ª ed. — Lisboa : Arnaldo Bordalo, 1898 (S.A. 16111 P.)
— Manual do destillador e licorista… — 11.ª ed. — 1907 (S.A. 13172 P.)
— 12.ª ed. — 1915. — (Enciclopedia Bordalo; 2) (S.A. 11718 V.; S.A. 6515 V.)
— 13.ª ed. — 1920 (S.A. 15819 P.; TR. 3794 P.)
— 14.ª ed. — Lisboa : Francisco Franco, [1924]. — (Bibl. de Livros Uteis e Scientificos; 31) (S.A. 21448 P.; S.A. 14879 P.)
— 15.ª ed. — [1950] (S.A. 26022 P.)
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: na loja de Bordalo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO: Biblioteca Nacional (de Portugal).
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN F.A. 3276
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 317
OBSERVAÇÕES:
ENCYCLOPEDIA BORDALO
COLLECÇÃO DE MANUAES UTEIS
Premiada na Exposição do Rio de Janeiro de 1908
I — Manual de medicina domestica.
II — Manual do distillador e licorista.
III — Manual completo do cozinheiro.
IV — Manual de civilidade e etiqueta.
V — Manual dos jogos.
VI — Manual de receitas e processos uteis.
VII — Manual do jardineiro.
VIII — Manual epistolar, secretario portuguez.
IX — Manual do prestidigitador.
X — Manual da florista, para fazer flores artificiaes.
XI — Manual do agricultor.
XII — Manual do confeiteiro e pasteleiro.
XIII — Manual do saboeiro e perfumista.
XIV — Manual do photographo.
XV — Manual de hygiene.
— Manual do destillador e licorista… — 11.ª ed. — 1907 (S.A. 13172 P.)
(s.d.) Arte de cosinhar: guia da cosinheira, confeiteiro e pasteleiro
- Post author By canthecan_bfmhxg
- Post date December 1, 1850
The art of sewing: a guide for seamstresses, confectioners and pastry chefs
(n.d.)
TITLE: The art of sewing: a guide for seamstresses, confectioners and pastry chefs
SUB TITLE:
AUTHOR: Manuel da Mata
NOTAS DE AUTORIA: ex chef de cozinha do extinto Hotel Bragança
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: (n.d.)
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: Nova edição
LOCAL: Lisbon
PUBLISHER: Empresa Litteraria Universal
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 14015 P.
S.A. 28496 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 340
OBSERVAÇÕES:
340
Arte de cozinhar: guia da cozinheira, confeiteiro e pasteleiro / Manuel da Matta. – Nova ed. – Lisboa: Emp. Livraria Universal, [s. d.]
Manuel da Matta, ex-chefe de cozinha do extinto Hotel Bragança
BN S.A. 14015 P.
S.A. 28496 P.
ebook HOTÉIS DE LISBOA (1845 – 1975)
publicado em Maio de 2025
José Augusto Leite
Blog: “Restos de Colecção”
Existiram em Lisboa dois hotéis que utilizaram a denominação “Bragança”.
Um tratou-se do “Braganza Hotel”, – que segundo informação no e-book “Hoteis de Lisboa” de José Leite – estava “localizado na, Rua do Ferragial de Cima, (actual Rua Victor Cordon), em Lisboa, num edifício propriedade da “Casa de Bragança” e projectado pelo arquitecto Feliciano de Sousa Correia – um dos arquitectos da Inspecção Geral de Obras Públicas do Reino – abriu as suas portas, como “Hospedaria Braganza” no início do século XIX.”
“Eça de Queiroz menciona o “Braganza Hotel” em “Os Maias”, quando refere que Eça e Carlos «numa luminosa e macia manhã de Janeiro de 1877 (….) almoçaram num salão do Hotel Bragança, com as janelas abertas para o rio».”
“Por outro lado, Maria Rattazzi no seu livro (traduzido) “Portugal de Relançe”, de 1880, relatava: «O Hotel Bragança, erguido n’uma das eminencias da cidade, com uma admiravel vista de mar, é excellente e muito bem administrado, mas caríssimo; é incomparavelmente o melhor de todos.”
O outro foi o “O “Hotel Bragança”, localizado na Rua do Alecrim, em Lisboa, terá iniciado a sua actividade, como Hotel, em 1924, pelas mãos do brasileiro, Mario Xara Brazil. Não confundir este Hotel com o “Braganza Hotel” na Rua Victor Cordon e encerrado definitivamente em 1913, e cuja história pode ser consultada neste livro.”
Não foi possível no entanto até à data estabelecer qualquer ligação do chef Manuel Mata, nem obter qualquer informação sobre o mesmo. Torna-se assim impossível datar o livro.
Por outro lado, a Empresa Literária Universal foi uma editora de Lisboa que esteve ativa entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX.
Assim conseguimos deduzir que o livro terá sido editado depois de 1850 e antes de 1950. Embora cruzando com a informação de que o Braganza Hotel encerrou em 1913 e o Hotel Brangança que inicia a actividade em 1924, não seja possível fechar mais o leque de datas.