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100 Maneiras…Rosa Maria (colecção)

100 maneiras... Rosa Maria

MARIA, Rosa. 100 ways... Porto: Livraria Civilização, 1956 - 1965

Rosa Maria, pseudónimo utilizado por Gaspar de Almeida

Obras de Rosa Maria, por ordem cronológica:

MARIA, Rosa.
Como devo governar a minha casa: orçamento familiar… Lisboa: Empresa Literária Universal, s./d. (Existe na BGUC, mas não na BNP).

MARIA, Rosa.
Como se cozinha bacalhau de todas as maneiras.
1.ª ed. Lisboa: Empresa Literária Universal, 193[?], 38 p.
(Em 1936 saiu reedição com o título acrescentado de 100 receitas de cozinhar bacalhau ao alcance de todos).

MARIA, Rosa.
Como se janta por 3$00: cem jantares diferentes.
1.ª ed. Lisboa: Empresa Literária Universal, 193[?];
3.ª ed., Lisboa: Empresa Literária Universal, 1936, 39 p.

MARIA, Rosa.
Como se almoça por 1$50: cem almoços diferentes compostos por carne, peixe, legumes, ovos, cereais, farináceos, etc.
1.ª ed., Lisboa: Empresa Literária Universal, 1933, 40 p.;
3.ª ed., 1936.

MARIA, Rosa.
Mais de 200 receitas de cosinha vegetariana: para uso das famílias. Lisboa: Empresa Literária Universal, 1936, 32 p.

MARIA, Rosa.
Cem maneiras de cozinhar bacalhau.
1.ª ed. Lisboa: Empresa Literária Universal, 1953, 32 p.;
2.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed.,
1956; 1958; 1967; 1978; 1980; 1981; 1983; 1986; 1987; 1989; 1992; 1994; 1996; 2012.

MARIA, Rosa.
Cem Maneiras de Fazer Licores: Conhaques, vinhos licorosos, vermuths, etc.: Receitas para comércio e uso caseiro. Lisboa:
Empresa Literária Universal, [1934?], 32 p. (Não existe nem na BNP nem nas BGUC).

 

MARIA, Rosa.
100 maneiras de cozinhar peixes.
1.ª ed. Lisboa: Empresa Literária Universal, 1953, 32 p;
2.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed.,
1956; 1961; 1968; 1978; 1980; 1982; 1986; 1987; 1989; 1992; 1994; 1996; 2012.

MARIA, Rosa.
100 maneiras de cozinhar carnes.
1.ª ed. Lisboa: Empresa Literária Universal, 1953, 32 p.;
2.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed.,
1956; 1970; 1977; 1980; 1981; 1983; 1986; 1987; 1989; 1992; 1994; 1996.

MARIA, Rosa.
Cem maneiras de fazer sopas: caldos, purés e sopas.
1.ª ed. Porto: Livraria Civilização Ed., 1956, 32 p.; 1983; 1986; 1992; 1994.

MARIA, Rosa.
100 maneiras de cozinhar ovos.
1.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed., 1956, 48 p.;
1964; 1975; 1979; 1981, 1986; 1987; 1994.

MARIA, Rosa.
100 maneiras de cozinhar acepipes, molhos e saladas.
1.ª ed. Porto: Livraria Civilização Ed., 1956, 32 p.;
1965; 1977; 1978; 1983; 1987; 1988; 1991; 1994.

MARIA, Rosa.
100 maneiras de cozinha vegetariana: para uso das famílias.
1.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed., 1956, 47 p.;
1965; 1977; 1980; 1982; 1986: 1988; 1989; 1993.

MARIA, Rosa.
100 maneiras de fazer doces económicos: bolos, pudins, compotas, sorvetes, etc.
1.ª ed., Porto: Livraria Civilização Ed.,
1964, 32 p.; 1969; 1977; 1980; 1981; 1983; 1986; 1987; 1991; 1994; 1996.

"Economic difficulties and the need to simplify meals led to the creation of simple and inexpensive menus, published in low-cost books sold at 1$00. Rosa Maria, in the preface to one of them, Como se Almoça por 1$50: 100 Almoços Diferentes, referred to this in 1933, the date of the first edition. The same happened in Como se Janta por 3$00. 100 Different Dinners, also published in 1933. Both books were published three times until 1936. The first consisted of 40 pages, the second 52. They were printed on poor quality paper, with small print and no indices. The recipes presented were naturally simple and economical, and it is worth noting that they did not include desserts, which were seen as a luxury, and that the prices of the food always appear, taking into account the Lisbon market"

Braga, Isabel M. R. Mendes Drumond (2016), Culinária e etiqueta em Portugal nos anos 30: as propostas de Estela Brandão. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra; Annablume, (acesso em digitalis.uc.pt a 26 de maio de 2017) (p. 602).  

Texto em BiBlioAlimentAriA

Alimentação, Saúde e Sociabilidade à Mesa no acervo bibliográfico da Universidade de Coimbra

Carmen Soares (Coord.)

Imprensa da Universidade de Coimbra
Coimbra University Press

MARIA, Rosa,

100 Maneiras de cozinha vegetariana (1956)

Dentro de um espírito comercial de alcançar mais compradores para a sua literatura culinária e de a disseminar mais amplamente, Rosa Maria leva a cabo séries de pequenos cadernos especializados, cujas menores dimensões e capas de folha normal (em vez de capa dura) permitiam colocar à venda por valores bem mais módicos do que o da sua “obra mãe”, A cozinheira das cozinheiras. O acervo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC) dispõe de exemplares dessas séries temáticas. Em resposta ao modelo da dona de casa boa gestora do património da família, que dita à maioria das mulheres portuguesas (de classe média) uma gestão rigorosa da economia doméstica, a autora publica, sob o título de série “Vida económica”, um opúsculo de receitas com os cálculos de gastos por ingredientes usados, tendo por referente os preços do mercado de Lisboa. A esse livrinho tipo folheto dá o apelativo nome de capa Como se almoça por 1$50.

Possuímos na BGUC um exemplar da 3.ª edição, com data de entrada de 4 janeiro de 1937, sendo a 1.ª ed. de 1933, o que situa a sua publicação e divulgação em plena época de depressão económica (os anos 30 do século xx). Ou seja, o setor editorial acompanhava o panorama nacional de crise.

Atentemos, de seguida, em outras obrinhas de pequena dimensão e vocacionadas para dar resposta a uma procura por literatura culinária mais acessível, da autoria de Rosa Maria. Sem data de impressão, mas com data de entrada na BGUC (27 de janeiro de 1954), que corresponderá ao ano de edição (pois à época não havia dilação entre a publicação e o seu depósito na biblioteca) é um folheto de 38 pp. especializado na preparação do pescado mais abundantemente representado no seu livro de culinária, o bacalhau. Conforme se confirma pela indicação contida na última página desse Como se cozinha bacalhau de todas as maneiras, de que as receitas de alguns dos molhos que os acompanham vêm apenas n’ A Cosinheira das cosinheiras, estes livrinhos não apenas tornam acessível às bolsas mais modestas a arte culinária, como propagandeiam a venda da “obra mãe” de onde emanam.

Com novo nome, mas obedecendo ao mesmo espírito de opúsculo especializado em categorias culinárias, surgem, dois anos mais tarde (1956), vários pequenos livros (a rondarem as 30‑50 pp.) a que a denominação comum 100 Maneiras de cozinhar… confere identidade de “coleção”. Ou seja, a mensagem comercial implícita nesta política editorial é clara: se não há orçamento para comprar o livro, adquirem‑se fascículos daquele! Mais, a dona de casa encontra nesses fascículos propostas por categorias básicas da arte de cozinhar: peixe (em 100 Maneiras de cozinhar peixes), ovos (em 100 Maneiras de cozinhar ovos) e preparados diversos (em 100 Maneiras de cozinhar acepipes, molhos e saladas).

Que a comunicação entre a autora e leitoras determina as opções editoriais daquela percebe‑se do folheto que Rosa Maria publica, nesse mesmo ano de 1956, de 100 Maneiras de cozinha vegetariana.

É a mesma Rosa Maria, que na Cosinheira das cosinheiras (publicada pelo menos uma década antes) elogiara a carne de boi como “um alimento soberano por natureza e poderosíssimo” (p. 9), a autora das seguintes palavras na nota de abertura Às donas de casa deste opúsculo de dieta vegetariana: “Está mais que provado que a carne e o peixe são verdadeiros venenos alimentares”. Não nos surpreendamos, por isso, que, na tabela comparativa entre o valor nutritivo de alimentos vegetarianos, por um lado, e as carnes de vaca e de galinha e o peixe, por outro, estes venham intitulados de “alimentos condenados” (p. 7). É caso para concluir que estamos perante uma autora impulsionada pelas mudanças de mentalidade dos seus tempos e muito atenta às necessidades do mercado da edição culinária e dietética.

Em termos de estrutura, observa‑se que as receitas destes opúsculos das 100 Maneiras de cozinhar… são sempre apresentadas por ordem alfabética, à exceção do volume consagrado à alimentação vegetariana, para o qual se propõem 38 menus diários, contemplando almoço e jantar. Este cuidado em dar soluções de serviços de mesa pré estabelecidos decorre, seguramente, da novidade do assunto, sendo que, por falta de hábito, a dona de casa portuguesa teria dificuldade em definir refeições vegetarianas equilibradas e saudáveis.

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195? Lições de Culinária – Colecção Laura Santos

Lições de Culinária - Colecção Laura Santos

TITLE: Lições de Culinária

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: 

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Editorial Lavores.

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Composto e impresso na Sociedade Tipográfica, Lda. Agência Peninsular. 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 25×19 cm. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Colecção Laura Santos

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES:
Obra dividida em 6 cadernos com os temas principais da gastronomia portuguesa:
nº1 A Noite da Consoada e a Ceia do Ano Novo;
nº2 A mesa de todos os dias, aves e caça;
nº3 Ementas para quando recebe visitas;
nº4 Festas de aniversário, lanches ajantarados, mariscos e bacalhau;
nº5 Arroz, massas, tartes, pudins e bolos;
nº6 Cozinha regional, doces regionais e bolinhos.

1 A Noite da Consoada e a Ceia do Ano Novo

2 A mesa de todos os dias, aves e caça

3 Ementas para quando recebe visitas

4 Festas de aniversário, lanches ajantarados, mariscos e bacalhau

5 Arroz, massas, tartes, pudins e bolos

6 Cozinha regional, doces regionais e bolinhos

471
SANTOS, Laura
Lições de culinária : caderno 1 / Laura Santos . — Lisboa :
Editorial Lavores, [1965]

BN S.A. 63500 V.

TITLE: Lições de Culinária

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 3.ª ed

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Editorial Lavores.

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Composto e impresso na Sociedade Tipográfica, Lda. Agência Peninsular. 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 25×19 cm. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 283-(iv) pags. 

COLECÇÃO: Colecção Laura Santos

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 75188 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 472

OBSERVAÇÕES:

472

SANTOS, Laura
Lições de culinária : clássicos da cozinha tradicional
portuguesa / Laura Santos . — 3.ª ed. — Estarreja : Moderna
Editorial Lavores, imp. 1992

BN S.A. 75188 V.

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BOOKS individual posts

(s.d.) A arte de cozinhar

The art of cooking

(s.d.) circa 1950

TITLE: The art of cooking 

SUB TITLE: Cozinhar os alimentos, sem lhes fazer perder vitaminas, aproveitando-lhe todo o valor nutritivo. Verdadeira cozinha para famílias.

AUTHOR: Rosinha Costa ou Rozinha Costa

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: (n.d.) 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: edição ?

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Empresa Literária Universal

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 
SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

Outras ed.:
152
COSTA, Rosinha
Arte de cozinhar / por Rosinha Costa. — 3.ª ed., aum. e melhorada. — Lisboa: Livr. Progresso Ed., [D. L. 1963].
BN S.A. 27744 V.

— 4.ª ed. — [D. L. 1954] (S.A. 46196 V.)
— [1965] (S.A. 26923 P.)
— 20.º milhar — [s.d.] (S.A. 28514 P.)

 ARTE DE COZINHAR : VERDADEIRA COZINHA PARA FAMÍLIAS : COZINHAR OS ALIMENTOS, SEM LHES FAZER PERDER AS VITAMINAS, APROVEITANDO-LHE TODO O VALOR NUTRITIVO / ROSINHA COSTA
AUTOR(ES):  Costa, Rosinha
EDIÇÃO:  2a edição melhorada
PUBLICAÇÃO:  Lisboa : Livr. Progresso, 1955
DESCR.FÍSICA:  206, [1] p. : il. ; 19 cm
CDU:  64.

 ARTE DE COZINHAR / ROSINHA COSTA
AUTOR(ES): Costa, Rosinha
EDIÇÃO:  4a edição
PUBLICAÇÃO: Lisboa : Progresso, [D.L. 1975]
DESCR.FÍSICA: 150, [3] p. : il. ; 21 cm
CDU: 64

ARTE DE COZINHAR / ROSINHA COSTA
AUTOR(ES): Costa, Rosinha
EDIÇÃO: 3a edição
PUBLICAÇÃO: Lisboa : Livr. Progresso, [D.L. 1963]
DESCR.FÍSICA: 208 p. : il. ; 21 cm
COLEÇÃO:  Colecção para todos ; 1
CDU: 64

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1949 A Mulher na Sala e na Cozinha

A Mulher na Sala e na Cozinha

1949

TITLE: A Mulher na Sala e na Cozinha

SUB TITLE: Etiqueta – cozinhados – bolos – doces – pudins – souflets – cocktails, etc.

AUTHOR: Laura Santos

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1949

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1st edition
edições até 16ª 1983

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Livraria Editora Lavores e Arte Aplicada

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa Dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR 10º edição

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 474

OBSERVAÇÕES:

474
SANTOS, Laura
A mulher na sala e na cozinha / Laura Santos. — Lisboa: Lavores e Arte Aplicada, [D. L. 1949].
BN S.A2. 6043 P.

Outras ed.:
— 2.ª ed. — [1950] (S.A. 26107 P.)
— 5.ª ed. — [D. L. 1955] (S.A. 26863 P.)
— 8.ª ed. — [D. L. 1962] (S.A. 29599 P.)
— 16.ª ed. — [D. L. 1983] (S.A. 35407 P.)

11º edição

Nova edição

16.ª ed. — [D. L. 1983] (S.A. 35407 P.)

Editor: Mel Editores
Edição: dezembro de 1983

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1949 Blandimar: Arte Culinária

Blandimar:

Arte Culinária

TITLE: Blandimar:

SUB TITLE: Arte Culinária

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1949

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1st edition
Outra ed.:
— 3.ª ed. melhorada — 1957 (S.A. 19212 V.; S.A. 21799 V.)

LOCAL: Coimbra

PUBLISHER: Coimbra Editora

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 15825 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 97

OBSERVAÇÕES:

97
BLANDIMAR
Arte culinária / Blandimar; intr. Paçheco de Amorim. — Coimbra: Coimbra Editora, 1949.
BN S.A. 15825 V.

Outra ed.:
— 3.ª ed. melhorada — 1957 (S.A. 19212 V.; S.A. 21799 V.)

TITLE: Blandimar:

SUB TITLE: Arte Culinária

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1957

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 3.ª ed. melhorada

LOCAL: Coimbra

PUBLISHER: Coimbra Editora

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: (S.A. 19212 V.; S.A. 21799 V.)

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

Outra ed.:
— 3.ª ed. melhorada — 1957 (S.A. 19212 V.; S.A. 21799 V.)

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1949 A arte culinária: avisos práticos para uso das alunas do Bom Pastor

A arte culinária:

avisos práticos para uso das alunas do Bom Pastor

TITLE: A arte culinária: 

SUB TITLE: avisos práticos para uso das alunas do Bom Pastor

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1949

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: Instituto do Bom Pastor «Corpus Christi»

LOCAL: Vila Nova de Gaia

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 58235 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 76

OBSERVAÇÕES:

76

A arte culinária: avisos práticos para uso das alunas do Bom Pastor. – Vila Nova de Gaia: Inst. do Bom Pastor «Corpus Christi», 1949. – BN S.A. 58235 P.

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1949 Panificação moderna: fórmulas das diversas classes de pão de luxo

Panificação moderna: fórmulas das diversas classes de pão de luxo

1949

TITLE: Panificação moderna:

SUB TITLE: fórmulas das diversas classes de pão de luxo

AUTHOR: António Luís Dantas Júnior

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1949

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1.ª edição

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Imp. Artística

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 25819 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 691

OBSERVAÇÕES:

691

DANTAS JÚNIOR, António Luís
Panificação moderna : fórmulas das diversas classes de pão de luxo / coord. de António Luís Dantas Júnior . — Lisboa : [s. n.], 1949 (Lisboa : Imp. Artística)

Com receitas

BN S.A. 25819 P.

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1948 Unusual Dishes & Dainties with Portuguese Sardines 

Unusual Dishes & Dainties with Portuguese Sardines

1948

TITLE: Unusual Dishes & Dainties with Portuguese Sardines

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: Graphic design: A. Barata

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: August 1948

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:

Composed and printed by Tipografia Duarte - Travessa do Carmo, 5 - Lisbon

Engravings by Armeis & Moreno Lda - Travessa São João da Praça 36A, 38 Lisboa

ENCADERNAÇÃO: brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: www.conservasportugal.com

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

Unusual Dishes & Dainties with Portuguese Sardines
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1948 Noções de salsicharia

Noções de salsicharia

1948

TITLE: Noções de salsicharia

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1948

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Livr.
Luso-Espanhola

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 2 Volumes – Receitas no vol. 2

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Biblioteca Rural / Luís Quartin Graça; 11

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 25266–67 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 265

OBSERVAÇÕES:

265


JANEIRO, J. Póvoas
Noções de salsicharia / J. Póvoas Janeiro. – Lisboa: Livr.
Luso-Espanhola, 1948 – 2 vol. – (Biblioteca Rural / Luís
Quartin Graça; 11)

Receitas no vol. 2

BN S.A. 25266–67 P.

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Garum

Artigo – Garum – Revista Conservas de Peixe

Artigo – O Garum – Revista de Conservas número nº 21 – Dezembro 1947 Ano II

NOTAS PARA A HISTÓRIA DA INDÚSTRIA

O GARUM

Pelo Engenheiro Henrique Parreira

A indústria da salga do peixe no nosso país remonta, pelo menos, à época em que os fenícios aqui tiveram colónias, anteriormente, portanto, ao ano 1000 antes de Cristo.

Mais tarde, os cartagineses deixaram sinais, ainda hoje reconhecíveis, da existência de instalações de salgas no litoral do Algarve, assim como na Andaluzia espanhola.

As investigações arqueológicas puseram a descoberto, na costa sul do país, restos de fábricas de salgas que, embora tendo laborado na época romana, teriam, certamente, existência anterior.

Essas colónias de pescadores dedicavam-se à produção de uma conserva com características semelhantes às nossas actuais anchovas, que em latim se chamava «garum» e, em grego, «garon».

O «garum» era uma espécie de molho que se obtinha principalmente com as vísceras e certas partes do corpo do atum, moreia, sarda e esturjão, misturadas, por vezes, com outros peixes pequenos inteiros, tudo adicionado com bastante sal e exposto ao sol durante cerca de dois meses, sendo agitado de vez em quando.

Quando se pretendia acelerar a operação, empregava-se o aquecimento artificial. Depois de terminada a “maturação”, o produto era coado ou peneirado em cestos de vime, aproveitando-se tanto o líquido como a parte sólida.

Havia assim várias qualidades de «garum», conforme o processo por que fora obtido, os peixes empregados, as ervas aromáticas que se lhe juntavam, etc.

O «garum sociorum», isto é, «garum dos aliados», que era importado em Roma vindo das Espanhas, tinha fama de ser dos melhores; era um produto negro, fabricado, principalmente, com sarda ou cavala, a que se juntava sangue de atum.

O garum aplicava-se em grande número de casos na culinária da época, acompanhando legumes, frutas, carnes, etc., ou apresentando-se misturado com vinho («oenogarum»), vinagre («oxigarum»), azeite («oleogarum») ou simplesmente com água («hydrogarum»).

Possuía propriedades estimulantes do apetite, desempenhando o papel que mais tarde viria a pertencer às especiarias do Oriente. Na época helenística, na Grécia, e depois em Roma, os próprios médicos recomendavam as suas propriedades alimentares e curativas, o que se explica, à luz da ciência actual, pela riqueza em vitaminas antiraquíticas das vísceras dos peixes.

É claro que o abuso do excitante seria prejudicial, como todos os condimentos, e assim o fazia notar Séneca.

O facto é que o «garum» era muito apreciado pelos gastrónomos da Roma Imperial. Não só os ricos dele usavam, antes em todas as mesas seria condimento indispensável ou, pelo menos, muito apreciado, sob as diferentes modalidades em que o forneciam os «negotians salsarius», isto é, os negociantes de molhos. Marcial, descrevendo uma ceia, refeição correspondente entre os romanos ao nosso jantar, de carácter sóbrio, mas bastante requintado, refere uma ementa em que entravam os seguintes acepipes: ovos cortados em bocados pequenos em cima de anchovas numa camada de arruda, e têtas de porca temperadas com salmoura de atum. Esta salmoura não era outra senão o «garum»; quanto às anchovas referidas, é provável que se tratasse também de garum, preparado de outra maneira.

As instalações de salga de peixe, cujas ruínas foram postas a descoberto, principalmente no Algarve, seriam as fábricas desta conserva, remotos antepassados das contemporâneas anchovas. A abundância de peixe na costa sul, especialmente do atum — matéria-prima mais apreciada para o fabrico desta especialidade —, conjugada com a existência de sal, também em abundância, estiveram na origem do desenvolvimento da indústria.

A atestar a importância das pescarias em épocas remotas estão cidades fenícias que tinham como brasão nas suas moedas dois atuns: Gades (Cádiz), Malaka (Málaga), Sexi (Almuñécar) e Abdera (Adra), cidades do litoral espanhol.

Em Portugal, já no tempo dos romanos, cunhavam-se moedas tendo peixes como emblema, entre outras, em Ossonoba (Faro), Baesuris (Castro Marim), Myrtilis (Mértola) e Salacia (Alcácer do Sal).

Na foz do Sado, defronte de Setúbal, em Tróia, existem ruínas de importantes salgas de peixe.

Mas deve ter sido quase unicamente no sul que se fabricou o «garum». Desde a foz do Guadiana até ao Cabo de São Vicente encontraram-se restos de instalações de salga nos locais que têm hoje os seguintes nomes: Cacela, Antas, Torre d’Ares, Quarteira, Armação de Pêra, Portimão, Vau, Luz e Boca do Rio.

Desta simples enumeração se pode prever a importância que a indústria alcançou em épocas passadas.

As instalações, avaliando pelo que ainda hoje se pode observar, seriam constituídas, em geral, por uma oficina grande de preparação e corte do peixe, cujo solo, constituído por um conglomerado artificial ligado com argamassa, estava ligeiramente inclinado para o mar.

Junto das paredes havia mesas, formadas por chapas lisas de pedra, destinadas à limpeza do peixe que, em seguida, era lavado com água em abundância, a qual se escoava pelo pavimento da valagem em direcção ao mar.

Os tanques de moura, de ângulos arredondados, com furo de sangria no fundo, estariam provavelmente dispostos ao ar livre para neles se dar a maceração do peixe. Alguns, em Tróia, têm cerca de 3 m de comprimento por 1,5 m de largura e 1,5 m de profundidade; no Algarve há outros maiores e mais bem feitos.

Outras dependências da fábrica seriam armazéns e oficinas de preparação das embalagens.

O garum era expedido em ânforas ou vasos de barro que levavam inscrito o tipo de garum que continham. Já então, os dizeres das embalagens deviam indicar claramente o conteúdo, como hoje se exige por força de lei: as vasilhas encontradas em Itália contêm inscrições como «garum sociorum», «garum de primeira», etc.

Engenheiro Henrique Parreira