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Lisboa de outrora / João Pinto de Carvalho, sobre O Cozinheiro João da Matta

Lisboa de outrora

AUTHOR: João Pinto de Carvalho

CARVALHO, Pinto de, 1858-1936

Lisboa de outrora / João Pinto de Carvalho ; edição literária, coordenação e notas de Gustavo de Matos Sequeira e Luís de Macedo. — Lisboa : Grupo de Amigos de Lisboa, 1939. — v. ; 21 cm.

VIII

O cozinheiro João da Mata

A arte da cozinha, l’art de gueule, no dizer de Montaigne, foi apreciada por altas individualidades políticas e literárias. Luís XV perdoou a derrota de Rosbach ao duque de Soubise, por causa de uma omelette, que este marechal inventara; e Napoleão I avaliava a importância daquela arte, quando fornecia estas únicas instruções diplomáticas ao abade de Pradt: — Soignez les femmes et donnez des bons dîners. Voisenon compoz esta sextilha apetitosa:

La sagesse est de bien dîner,
En commençant par le potage ;
La sagesse est de bien souper,
En finissant par le fromage ;
On est heureux si l’on peut se gaver,
Et si l’on digère, on est sage.

Alexandre Dumas escreveu o Grand Dictionnaire de Cuisine; Balzac gabava de descrever as ceias de Corália e da alegre sociedade que gravitava em torno de Rubempré; George Sand, no castelo de Nohant, frequentemente cozinhava para os seus convidados; e Henri de Villemessant, fundador do Figaro, comia pantagruelicamente.

Alguns escritores portugueses cultivaram a culinária. Assim, Bernardino Martins preparava esplendidamente o arroz de Caril; Teixeira de Vasconcellos fazia um divino arroz doce; Bulhão Pato cozinhava toda a espécie de caça; Ramalho Ortigão manipulava alguns acepipes; e Júlio César Machado atingia o sublime em vários pratos, especialmente nas caldeiradas.

João da Mata era filho do velho cozinheiro João da Mata, rival dos mais célebres cozinheiros do seu tempo: o Domingos Carena e Manuel José Barreiros, o Manuel do Lumiar. O velho Mata faleceu, quando o filho contava apenas doze annos. Como sua mãe e sua irmã ficassem nas mais precárias circunstâncias, o petiz tratou de procurar occupação adequada à sua idade, a-fim de poder ganhar a vida. Com esse intuito, sua mãe pediu a um capitão de navios, que o levasse para o Brasil, onde se empregaria no commercio. Combinou-se tudo, e, na véspera da partida, João da Mata, acompanhado por um baú cheio de roupa, foi dormir em casa do capitão.

Durante a noite, porém, atemorizado com os perigos de uma viagem marítima, não pregou olho. Ao pintar da aurora, sahiu de casa e foi sentar-se no Rossio, decididamente resolvido a não abandonar Lisboa. Mas um cozinheiro, amigo do pai Mata, passou por ali, em direcção à praça da Figueira, e encontrou-o. Perguntando-lhe o que fazia naquele sítio e àquela hora, o pequeno, lavado em lágrimas, contou-lhe tudo. O bom do homem offereceu-se, então, para o empregar, como marmiton, na casa onde servia, ao que o rapazito annuiu.

João da Mata demonstrou prodigiosamente, que tinha queda para a manipulação dos manjares.

Ascendendo das modestas funcções de bicho de cozinha à categoria de cordon bleu, trabalhou nas primeiras casas lisboetas, a última das quaes foi a do Visconde da Várzea da Ordem. Em 1848, estabeleceu-se com restaurante num 1.º andar da rua do Alecrim, esquinando para o Cais do Sodré.

No anno de 1851, o immortal cozinheiro renovou-o «com todo o gôsto parisiense», annunciando elle no Diário do Governo.

O notável restaurante figurou na comédia em 5 actos Lisboa à noite, imitada de Paris, quadros por Mendes Leal e representada no theatro de D. Maria II em 1851, cujo 3.º acto se intitulava Uma ceia no Mata.

Em 1858, o Mata mudou-se para a loja e 1.º andar do prédio agora ocupado pelo Monte-Pio Geral. Ahi se deu um célebre banquete, presidido pelo Duque de Saldanha, que, circunstância curiosa, jamais dispensou um prato de açorda nos seus almoços caseiros.

O restaurante do Mata acabou em 1864.

E o grande manipulador de petiscos, não desejando ficar inactivo, abriu um hotel no Chiado, onde hoje está o Turf-Club. Estabeleceu depois um restaurante num 1.º andar da rua do Ouvidor e um hotel no palácio do Rêgo do Chiado, fronteiro à Casa Havanesa. Mais tarde, reuniu todos estes estabelecimentos só, o Grande Hotel do Mata, instalando-o no palácio do Calhariz (actual Caixa Geral dos Depósitos). Ahi se hospedaram D. Pedro II, Imperador do Brasil, os condes de Eu, Sarah Bernhardt e outras notabilidades.

Do Calhariz mudou o seu hotel para a Avenida da Liberdade, n.º 55, dando-lhe o título de Grande Hotel de Lisboa. Em 1886 e 1888 esteve aqui a eminente cantora Adelina Patti.

João da Mata compoz um Kitchen Art, em que ensina a cozinhar todas as iguarias: desde a sopa de rabioli à Tivoli até aos filés de cedorinhas à Vallayran.

A sua vida teve episódios interessantes. O seguinte foi-nos referido por elle próprio, em 1893.

Mendes Leal, escritor pobre e filho de um simples maquinista de theatros, jantava frequentemente no Mata, onde aparecia envolto no seu amplo capote de bandas de veludo carmezim e onde ficou a dever dez tostões. Muitos annos depois, exercia o cargo de ministro da marinha no gabinete de Loulé, quando o governo offereceu um grande jantar na Sala do Risco, no Arsenal de Marinha, por occasião do casamento de el-rei D. Luiz. Mendes Leal fez chamar o Mata, e, depois de se fixar o custo do banquete, meteu a mão na algibeira, tirou dez tostões e entregou-lhos, dizendo:

— «Sr. Mata, aqui tem os dez tostões que lhe devo desde o tempo em que frequentava o seu restaurante do Cais do Sodré. Desculpe, mas não lhos pude pagar mais cedo.»

João da Mata faleceu octogenário. Com elle desapareceu um cozinheiro, que podia ser desdobrado, como dinastia culinária, que principiou com Domingos Rodrigues, cozinheiro de D. João V; continuou com Francisco Mettras, cozinheiro de D. Maria I; José da Cruz Alvarenga, cozinheiro de D. João VI; Jacques Étienne Francbourg Bonnay, cozinheiro de D. Pedro IV (a quem acompanhou da ilha Terceira); e João André, cozinheiro de D. Maria II, para vir terminar em Francisco Guéri e Manoel Ferreira, cozinheiros de D. Luiz I.

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1938 Regras de Bem Viver na Sociedade

Regras de Bem Viver na Sociedade

1938

TITLE: Regras de Bem Viver na Sociedade

SUB TITLE: 

AUTHOR: Estela Brandão

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1938

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

PUBLISHER: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

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1938 Como cozinhar sardinhas portuguesas de conserva

Como cozinhar sardinhas portuguesas de conserva

1938

TITLE: 

SUB TITLE: “Como cozinhar sardinhas portuguesas de conserva ”

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: ETP - Fred Kradolfer

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1938

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1st edition

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Instituto Português de Conservas de Peixe

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Litografia Nacional – Porto

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 11617 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 136

OBSERVAÇÕES:

Cookbook "How to cook tinned Portuguese sardines " Conservas de Portugal website

136
COMO cozinhar sardinhas portuguesas de conserva. — 1.ª ed. — [S.l.: s.n., D. L. 1938] (Porto: Lit. Nacional).
BN S.A. 11617 V.

Ed. em alemão:
Portugiesische Sardinen – das Gericht für den Feinschmecker (S.A. 1617 II V.)

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1938 Le Porto et la bonne chère

Le Porto et la bonne chère

1938

TITLE: Le Porto et la bonne chère

SUB TITLE: 

AUTHOR: Raymond Brunet, Valente Perfeito, Ilustrações de Carlos Carneiro

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1938
reedição 1956

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Porto

PUBLISHER: Instituto do Vinho do Porto

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: J.M. Gonçalves – Porto

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR (reedição 1956)
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 27300 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 101

OBSERVAÇÕES:

101

Le Porto et la bonne chère / Raymond Brunet, Valente Perfeito, L. Carlos Carneiro. – Porto: Inst. do Vinho do Porto, 1956. – BN S.A. 27300 P.

SELO DE MAR

reedição 1956

 

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1938 Frutas da Madeira: algumas receitas para a sua aplicação em sobremesa, pudins, bolos, saladas, gelados, refrescos e cocktails 

Frutas da Madeira:

algumas receitas para a sua aplicação em sobremesa, pudins, bolos, saladas, gelados, refrescos e cocktails

TITLE: Frutas da Madeira:

SUB TITLE: algumas receitas para a sua aplicação em sobremesa, pudins, bolos, saladas, gelados, refrescos e cocktails

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1938

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Funchal

PUBLISHER: Grémio dos Exportadores de Frutas e Produtos Hortícolas da Ilha da Madeira.

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 12251-2 V.; S.A. 12552 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 207

OBSERVAÇÕES:

207

Frutas da Madeira: algumas receitas para a sua aplicação em sobremesa, pudins, bolos, saladas, gelados, refrescos e cocktails / Grémio dos Exportadores de Frutas e Produtos Hortícolas da Ilha da Madeira. – [Funchal]: G.E.F.P.H. da Ilha da Madeira, 1938. – BN S.A. 12251-2 V.; S.A. 12552 V.

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1938 Manual teórico e prático de alimentação racional

Theoretical and practical manual on rational nutrition

1938

TITLE: Theoretical and practical manual on rational nutrition

SUB TITLE: 

AUTHOR: Cavaco, A. Martins

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1st edition
1947 – 2ª ediçao Lisboa, Natura

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Edição do autor

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:  
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 22281 P.
S.A. 22439 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 116

OBSERVAÇÕES:

Theoretical and practical manual on rational feeding PDF Almamater

116
CAVACO, A. Martins
Theoretical and practical manual on rational nutrition / A. Martins Cavaco. — 1.ª ed. — Lisboa: Ed. do Autor, 1938 [capa: 1939].
BN S.A. 22281 P.
S.A. 22439 P.

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1938 Para vós, minhas Senhoras

Para vós, minhas Senhoras

1938

TITLE: Para vós, minhas Senhoras

SUB TITLE: Conselhos de ordem moral e social

AUTHOR: Estela Brandão

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1938

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Livraria Simões Lopes de Domingos Barreira editor

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

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1937 Ramalho Ortigão e a culinária / por Albino Forjaz de Sampaio

Ramalho Ortigão e a culinária

1937

TITLE: Ramalho Ortigão e a culinária

SUB TITLE: 

AUTHOR: Albino Forjaz de Sampaio

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO: 

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicações Periódicas

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1937

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Diário de Lisboa. — Lisboa. — A. 17, n.º 5360 (21 Out. 1937), Suplemento Literário, p. [1] e 4

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN J. 4349 M.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 825

OBSERVAÇÕES:

825

SAMPAIO, Albino Forjaz de, 1884–1949

Ramalho Ortigão e a culinária / por Albino Forjaz de Sampaio
Diário de Lisboa. — Lisboa. — A. 17, n.º 5360 (21 Out. 1937), Suplemento Literário, p. [1] e 4

BN J. 4349 M.

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1937 O Aproveitamento e a Conservação da Fruta

Fruit Utilisation and Preservation

1937

TITLE: Fruit Utilisation and Preservation

SUB TITLE: 

AUTHOR: António Maria de José Cidrais

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1937

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1.ª edição

LOCAL: Lisbon

PUBLISHER: Ministério da Agricultura – Direcção Geral dos Serviços Agricolas – Repartição de Estudos Informação e Propaganda

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Série divulgação número 9

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 161716 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 123

OBSERVAÇÕES:

123
CIDRAIS, José
O aproveitamento e a conservação da fruta: alguns conselhos práticos / José Cidrais. — Lisboa: Dir.-Geral dos Serviços Agrícolas, 1937.
BN S.A. 161716 V.

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1937 As freiras e os doces do Convento da Encarnação

As freiras e os doces do Convento da Encarnação

Sub título

TITLE: As freiras e os doces do Convento da Encarnação

SUB TITLE: 

AUTHOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Funchal

PUBLISHER: Arquivo Histórico da Madeira V. 5, n. 1 (Jan. 1937), p. 68–75

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN J. 2626 B.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 766

OBSERVAÇÕES:

766

As freiras e os doces do Convento da Encarnação
Arquivo Histórico da Madeira. — Funchal. — V. 5, n. 1 (Jan. 1937), p. 68–75

BN J. 2626 B.