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Colecções Gastronomia LIVROS SELO DE MAR collection

Biblioteca Culinária (colecção)

Colecção Biblioteca Culinária

TÍTULO: Biblioteca Culinária

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Febrónia Mimoso

NOTAS DE AUTORIA: Pseudónimo literário

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia em série
Colectânea de 12 fascículos encadernados em 1 tomo de 17×12 cm. Com 56 págs.

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1924

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Porto

EDITORA:
Casa editora de A. Figueirinhas, Lda.

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Brochados

FORMATO / DIMENSÕES: 17×12 cm.

NÚMERO DE PÁGINAS: 56 páginas

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES:
Fascículos de uma colecção culinária iniciada cerca de 1925, por Manuel da Mata, que assinava como Febronia Mimoso, eventualmente para chegar mais facilmente às donas de casa com um pseudónimo feminino.

Segue uma abordagem popular, destinada a apelar a um público mais modesto, apresenta receitas económicas, por oposição aos livros de receitas baseados nas cozinhas francesa e italiana, de que são representantes nomes como Alinanda, Berta Rosa Limpo ou Auronanda.

Cem maneiras de…

Mais de  cem maneiras de Cozinhar bacalhau

Cem maneiras de Fazer doces para chá

Cem maneiras de Fazer doces de prato

Cem maneiras de Cozinhar carne

Cem maneiras de Fazer doces de frutas 

Cem maneiras de Cosinhar peixes

Cem maneiras de Fazer pudins

Cem maneiras de Fazer licores

Cem maneiras de Cosinhar carne de porco

Cem maneiras de Aproveitar restos de comida

Cem maneiras de Cosinhar aves 

Viagem à volta do mundo em Cem receitas culinárias. 

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1923 O Doce Nunca Amargou

O Doce Nunca Amargou

alguns motivos ornamentais da doçaria portuguesa

TÍTULO: O Doce Nunca Amargou

SUB TÍTULO: alguns motivos ornamentais da doçaria portuguesa

AUTOR: Emanuel Ribeiro

NOTAS DE AUTORIA: Masculino

PREFÁCIO:

SUPORTE:  Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1923

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Porto

EDITORA: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tip. Sequeira

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 94996 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 449

OBSERVAÇÕES:

449

RIBEIRO, Emanuel
O doce nunca amargou…: alguns motivos ornamentais da doçaria portuguesa / Emanuel Ribeiro. – Porto: Tip. Sequeira, 1923

BN S.A. 94996 V.

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25 maneiras de cozinhar batatas

25 maneiras de cozinhar batatas

TÍTULO: 25 maneiras de cozinhar batatas

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Anónimo

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: c. 1920

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: A. de Carvalho.

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tipografia da Renascença Portuguesa

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Colecção “FEMINA” 11

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 181029 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 8

OBSERVAÇÕES:

8
25 maneiras de cozinhar as batatas. – Lisboa: A. de Carvalho [s.d.]. – (F. feminina; 11) – BN S.A. 181029 P.

TEXTO EM : Cultura e outros tecidos: contributo para o estudo sobre a evolução do Vestuário e a Moda na Madeira, no período entre guerras (1918-1939).

Licínia Isabel Freitas Macedo

Dissertação submetida a aprovação para obtenção do Grau de Mestre em Gestão Cultural, sob a orientação do Professor Paulo Miguel Fagundes de Freitas Rodrigues.

Texto sobre a Revista Modas & Bordados*

Nas páginas de informação geral para a mulher, onde eram abordados os maisvariados temas, também se dava a conhecer a chegada da Coleção Feminina 95, composta por livros práticos, de leitura útil “para todas as circunstâncias da vida de qualquer senhora ou menina”96. Estes livros apresentavam os mais variados títulos entre os quais se destacavam: A arte de saber viver; Guia de boa cosinheira; Arte de noivar, e uma série de textos sobre 25 maneiras de cozinhar (batatas, bacalhau, arroz, etc). A M&B continuou a ser semanal mantendo a mesma estrutura ao longo dos anos 20 contidos neste estudo e durante os quais, gradualmente, se foi alterando o vestuário da mulher e também as cores que lhe eram aplicadas.

95 O Século-Suplemento de M&B, n.º 393, 20 de Agosto de 1919.
96 Era mais uma publicação dedicada à mulher, que datava de 1926 e cuja direção estava a cargo de João Proença.

* A Revista Modas & Bordados, que mais tarde passou a ser apelidada de Modas & Bordados – Vida Feminina, foi um magazine feminino do suplemento semanal de “O Século”, jornal publicado em Lisboa mas de implantação nacional. A publicação desta revista decorreu sem interrupção por 64 anos, entre 1912 e 1977, o que demonstra o imenso sucesso que teve entre o público feminino.

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Guia da boa cozinheira: 118 receitas de cozinha

Guia da boa cozinheira: 118 receitas de cozinha

TÍTULO: Guia da boa cozinheira: 118 receitas de cozinha

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Anónimo

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: c. 1920

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Aires de Carvalho

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Colecção “FEMINA” 6

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 18102-21 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 248

OBSERVAÇÕES:

248

Guia da boa cozinheira: 118 receitas de cozinha. – Lisboa: Ed. Aires de Carvalho, [s.d.]. – (Col. Feminina; 6). – BN S.A. 18102-21 P.

TEXTO EM : Cultura e outros tecidos: contributo para o estudo sobre a evolução do Vestuário e a Moda na Madeira, no período entre guerras (1918-1939).

Licínia Isabel Freitas Macedo

Dissertação submetida a aprovação para obtenção do Grau de Mestre em Gestão Cultural, sob a orientação do Professor Paulo Miguel Fagundes de Freitas Rodrigues.

Texto sobre a Revista Modas & Bordados*

Nas páginas de informação geral para a mulher, onde eram abordados os maisvariados temas, também se dava a conhecer a chegada da Coleção Feminina 95, composta por livros práticos, de leitura útil “para todas as circunstâncias da vida de qualquer senhora ou menina”96. Estes livros apresentavam os mais variados títulos entre os quais se destacavam: A arte de saber viver; Guia de boa cosinheira; Arte de noivar, e uma série de textos sobre 25 maneiras de cozinhar (batatas, bacalhau, arroz, etc). A M&B continuou a ser semanal mantendo a mesma estrutura ao longo dos anos 20 contidos neste estudo e durante os quais, gradualmente, se foi alterando o vestuário da mulher e também as cores que lhe eram aplicadas.

95 O Século-Suplemento de M&B, n.º 393, 20 de Agosto de 1919.
96 Era mais uma publicação dedicada à mulher, que datava de 1926 e cuja direção estava a cargo de João Proença.

* A Revista Modas & Bordados, que mais tarde passou a ser apelidada de Modas & Bordados – Vida Feminina, foi um magazine feminino do suplemento semanal de “O Século”, jornal publicado em Lisboa mas de implantação nacional. A publicação desta revista decorreu sem interrupção por 64 anos, entre 1912 e 1977, o que demonstra o imenso sucesso que teve entre o público feminino.

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1911 Manual Prático do Copeiro Confeiteiro e Pasteleiro

1911 - Manuel Pratico do Copeiro, Confeiteiro e Pasteleiro para Portuguezes e Brasileiros.

TÍTULO: Manuel Pratico do Copeiro, Confeiteiro e Pasteleiro para Portuguezes e Brasileiros.

SUB TÍTULO: Biblioteca de Livros Úteis e Cientificos nº 8 e 9

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: Anónimo

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia em série

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1911

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria Popular de Francisco Franco

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Imprensa Manuel Lucas Torres.

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: Biblioteca de Livros Úteis e Cientificos

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES: Obra dividida em 5 partes. Compilada e coordenada em face dos mais modernos livros da especialidade, contendo numerosissimas receitas de doçaria e pastelaria portugueza, brazileira e franceza; um vocabulario desenvolvido dos termos tecnicos das duas artes; utensilios necessários; descrição do forno, seus graus de calor; escolha e preparação das substancias e ingredientes; maneira pratica de conhecer os pontos do açucar, variadissimas formulas para confecionar toda a qualidade de massas, doces, pastéis, gelados, etc.

A Livraria Popular de Francisco Franco (Rua Ivens, Lisboa) foi uma das editoras mais prolíficas de manuais práticos e de vulgarização científica no final do século XIX em Portugal.

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1894 Livro útil – Tratado do cosinha

Livro útil - Tratado do cosinha - 1894

TÍTULO: Livro útil – Tratado do cosinha

SUB TÍTULO: Collecção de receitas culinárias e de utilidade domestica colligidas, experimentadas e algumas modificadas

AUTOR: Amélia de Lobão de Macedo Chaves de Oliveira

NOTAS DE AUTORIA: Feminino

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1894

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Famalicão

EDITORA: Typographia Minerva

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Typographia Minerva

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES:

Nota: não se encontra na BNP.

SELO
DE MAR
collection

TÍTULO: Livro útil – Tratado do cosinha

SUB TÍTULO: Collecção de receitas culinárias e de utilidade domestica colligidas, experimentadas e algumas modificadas

AUTOR: Amélia de Lobão de Macedo Chaves de Oliveira

NOTAS DE AUTORIA: Feminino

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: sem data

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 2ª edição

LOCAL: Famalicão

EDITORA: Typographia Minerva

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Typographia Minerva

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES:

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1889 Novíssima Arte de Cozinha

1889​ - Novíssima Arte de Cozinha

TÍTULO: Novíssima Arte de Cozinha

SUB TÍTULO:  Illustrada com numerosas gravuras e contendo as melhores receitas culinárias ao alcance de todos, uma secção completa de doces, pudins, massas, etc., variadíssimos pratos da cozinha brasileira e o modo de servir a mesa e de trinchar por um Mestre de Cozinha.

AUTOR: Autor desconhecido nas referências bibliográfias.

NOTAS DE AUTORIA: Anónimo

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1889

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição
Outra ed.:
– 3.ª ed. – Lisboa: Emp. Litteraria Fluminense, imp. 1909
(S.A. 13524 P.; S.A. 13573 P.; S.A. 13574 P.)

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Tavares Cardoso & Irmão Editores. 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
BN S.S. 16162 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 391

OBSERVAÇÕES:

391
Novíssima arte de cozinha / por Um Mestre de Cozinha. –
Lisboa: Tavares Cardoso & Irmão, 1889
BN S.A. 16162 P.

Outra ed.:
– 3.ª ed. – Lisboa: Emp. Litteraria Fluminense, imp. 1909
(S.A. 13524 P.; S.A. 13573 P.; S.A. 13574 P.)

Texto em:

Isabel Drumond Braga
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Influências estrangeiras
nos livros de cozinha portugueses (séculos XVI-XIX): alguns problemas de análise

Por seu lado, a Novissima Arte de Cozinha (1889), além das situações habituais antes descritas, teve o cuidado especial de apresentar receitas genuinamente brasileiras, tais como: sopas de fígado, de cebola à mineira, de sagú e de peixe a Caiapó; molhos pardo à mineira, para assar, de laranjas verdes e à mineiro além de diversos pratos de carne, nomeadamente: churrasco à Rio-Grandense, lombo de vaca à mineira, língua branca, língua ensopada parda, tripas de vaca à mineira, tripas de vaca enroladas, chouriço de vitela, costeletas de vitela guisadas, guisado de vitela com grelos, salame de cabeça de vitela, vitela assada de creme, orelhas de vitela com inhame, carneiro com arroz, miúdos de carneiro refogado, carneiro cozido com ameixas ou marmelos, bifes de fígado de porco, carne de porco cozida no sangue, frango frito com bananas, peru assado à fluminense, cangica e bananas em compota.

TÍTULO: Novíssima Arte de Cozinha

SUB TÍTULO:  Illustrada com numerosas gravuras e contendo as melhores receitas culinárias ao alcance de todos, uma secção completa de doces, pudins, massas, etc., variadíssimos pratos da cozinha brasileira e o modo de servir a mesa e de trinchar por um Mestre de Cozinha.

AUTOR: Autor desconhecido nas referências bibliográfias.

NOTAS DE AUTORIA: Anónimo

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1909

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 3ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Empresa Litteraria Fluminense

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
BN S.S. 13524 P.
BN S.S. 13573 P.
BN S.S. 13574 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 391

OBSERVAÇÕES:

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1680 Arte de cozinha

Arte de cozinha

Arte de cozinha : primeira parte. Trata do modo de cozinhar varios manjares, e diversas iguarias de todo o genero de carnes, tortas, empadas, e pasteis, &c

TÍTULO: Arte de cozinha

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Rodrigues, Domingos, 1637-1719

NOTAS DE AUTORIA: Masculino

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1680

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:
1ª edição – 1680 – impresso por João Galvão, Lisboa
2ª edição – 1683 – mesmo impressor
3ª edição – 1689 – na officina de Manoel Lopes Ferreira
1732 – oficina Ferreiriana;
1741 – oficina de Carlos Esteves Mariz;
1704 (?) na oficina de João Antonio dos Reis; 
1814 na de Eugenio Augusto e 1836, na mesma impressora

LOCAL: Lisboa

EDITORA: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: João Galvão

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: SELO DE MAR

ISBN/ISSN:

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

OBSERVAÇÕES: Primeiro livro de Culinaria editado em Portugal. O autor é Domingos Rodrigues, nascido em 1637 e falecido em 1719. O livro foi impresso por João Galvão, Lisboa, 1680. Teve 2ª edição em 1683, mesmo impressor. 3ª ed. em 1668 na officina de Manoel Lopes Ferreira. Reeditado ainda em 1732, oficina Ferreiriana; 1741, of. de Carlos Esteves Mariz; em 1704 (?) na de João Antonio dos Reis; em 1814 na de Eugenio Augusto e 1836, na mesma impressora. 

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

3. 

RODRIGUES, Domingos,

1637‑1719

Arte de cozinha devidida [sic] em tres partes, a primeira trata do modo de cozinhar varios pratos de todo o genero de carnes, e de fazer conservas, pasteis tortas, e empadas, a segunda trata de peixes, marisco, frutas, hervas, ovos, lacticinios, doces, e conservas, pertencentes ao mesmo genero, a terceira trata da forma de banquete para qualquer tempo do anno, e do modo com q[ue] se hospedaraõ os embaixadores, e como se guarnece huma mesa redonda à estrangeira. Lisboa Occidental: na Officina Ferreiriana, 1732.

Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, RB‑14 ‑37.

. RODRIGUES, Domingos, Arte de cozinha (1732)

Trata‑se do primeiro livro de cozinha impresso em Portugal. Representando um marco na cozinha nacional seiscentista, a Arte de Cozinha é considerado um retrato dos hábitos alimentares das classes mais abastadas da sociedade portuguesa. Definindo‑se como um autêntico “best‑seller”, com edições conhecidas até ao século xix (a última é de 1844), pouco se sabe sobre o seu autor, Domingos Rodrigues. 

Arte de Cozinha não se destaca nem pelo volume de receitas registadas nem pela originalidade destas: a coletânea culinária reflete um acentuado gosto por pratos agridoces e abundantemente sazonados com especiarias, privilegiando‑se as carnes assadas e os compostos guisados. 

A primeira edição de 1680 é acrescentada pelo autor duas vezes, em 1683 e em 1693, passando a compor‑se de três partes, sendo esta a edição que é repetidamente reimpressa ao longo dos séculos xviii e xix, como a de 1732, que faz parte do acervo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.

A primeira parte da obra é maioritariamente dedicada a receitas de sopa e carne, às quais se acrescentam receitas de “pratinhos”, “olhas” e receitas de pastelaria. A segunda parte, mais heterogénea, é dedicada aos peixes e mariscos, receitas de pratos de leite, “doces de massa”, ovos e fruta, bem como pastelaria doce. A terceira parte, fruto de acrescentos à primeira edição, compreende vários tipos de informação: fórmulas para banquetes, específicas para cada mês; banquetes para a Quaresma e para merendas; algumas receitas de carne, peixe e verduras; fórmulas de refeições para “meia dúzia de hóspedes”, para todos os dias da semana e, ainda, para um “comer para uma jornada”, terminando numa fórmula de servir um banquete a um embaixador.

A obra de Domingos Rodrigues, apresenta‑se, pois, como original e única no panorama culinário português moderno: o cozinheiro de D. Miguel de Portugal, 6.º Conde do Vimioso, pretendia, por um lado, difundir receitas por si experimentadas (ou inventadas) ao longo de 29 anos de serviço, refletindo já a crescente influência internacional na cozinha portuguesa. Daí que no seu livro figurem pratos “à Francesa”, “à Romana” ou “à Turca”, a par com a discriminação de receitas com características identitárias nacionais e, por isso consideradas “à Portuguesa”.

Por outro lado, a Arte de Cozinha pretendia contribuir para a formação de novos cozinheiros, ensinando não só técnicas e preceitos culinários, mas também formas de preparar e servir banquetes para todas as ocasiões e segundo o protocolo da época. 

Desta forma, Domingos Rodrigues, tal como o seu congénere italiano Bartolomeu Scappi um século antes, seria o responsável pelo que podemos definir como o primeiro manual de cozinha escrito em português e impresso em Portugal, transformando‑se em um sucesso de vendas, largamente difundido ao longo do século xviii.

(JPG) João Pedro Gomes

Obs. manuscrita: Primeiro livro de Culinaria editado em Portugal. O autor é Domingos Rodrigues, nascido em 1637 e falecido em 1719. O livro foi impresso por João Galvão, Lisboa, 1680. Teve 2ª edição em 1683, mesmo impressor. 3ª ed. em 1668 na officina de Manoel Lopes Ferreira. Reeditado ainda em 1732, oficina Ferreiriana; 1741, of. de Carlos Esteves Mariz; em 1704 (?) na de João Antonio dos Reis; em 1814 na de Eugenio Augusto e 1836, na mesma impressora. Não foi possível identificar a edição dada a mutilação do presente exemplar que foi adquirido num sebo de Lisboa.

O mais conhecido, e considerado o primeiro tratado de cozinha publicado em Portugal, é o de Domingos Rodrigues (1637-1719), A arte da cozinha, que saiu em 1680. Domingos Rodrigues dizia ter 29 anos de fogão, e uma infinidade de banquetes devorados pelos convivas da mesa real portuguesa, quando publicou um pequeno volume dedicado às artes da cozinha. “Todas as coisas que ensino experimentei por minha própria mão e as mais delas inventei por minha habilidade”, escreveu no prólogo. O cozinheiro real teria começado a exercer o ofício cedo, ainda sob o reinado de D. João IV, o primeiro soberano da dinastia dos Bragança. Alcançou a graça de Sua majestade D. Pedro II, “o pacífico”, trabalhando duro e “com asseio e limpeza”. A história de Arte de cozinha é curiosa. Conhecido como o primeiro livro de cozinha de Portugal, o volume escrito por Domingos Rodrigues teve três edições durante a vida do autor. A primeira em 1680, a segunda em 1683 e finalmente, a última, em 1698. Outras viriam ao longo do século XVIII, em 1732, em 1741, em 1758, 1765 e 1794. Um verdadeiro sucesso editorial num país em que, no período, publicar um livro não era fácil ou tão comum. No tempo de Domingos Rodrigues – isto é, no final do século XVII –, percebemos que a utilização do açafrão, do açúcar e das mais variadas especiarias e pimentas é um dos elementos que demonstra o poderio econômico do império português, que podia mandar vir dos lugares mais distantes do globo alimentos que custavam fortunas. Desta maneira, o livro de Domingos Rodrigues nos dá uma pista tanto do que significava a cozinha do rei como do que se comia nos jantares reais portugueses. O livro é, portanto, ao mesmo tempo, um reflexo da vida cotidiana e um lugar de encontro dos costumes através dos séculos. O livro sofria modificações a cada nova edição, tendo sido acrescidas ou suprimidas diferentes receitas. Entre as próprias edições disponíveis na Brasiliana USP, sendo a primeira delas de data não especificada e a segunda de 1732, vemos algumas alterações. A edição de 1732 é considerada a mais completa que já se encontrou em Portugal. Esta, inclusive, serviu de base para que o livro fosse reeditado pela Imprensa Nacional/Casa da Moeda em 1987. Já a edição de 1836 tem uma história curiosa: foi impressa em 1836 nas oficinas de J.J. Barroso e Cia. no Rio de Janeiro. Na história das edições do livro, esta – a brasileira – nunca foi contada como “oficial” pelas pesquisadoras portuguesas Maria da Graça Pericão e Maria Isabel Faria.