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1969 Conservas de Peixe de Portugal : livro de receitas .

Conservas de Peixe de Portugal

Livro de Receitas – IPCP

TÍTULO: Conservas de Peixe de Portugal

SUB TÍTULO: Livro de Receitas – IPCP

AUTOR: Instituto Português de Conservas de Peixe 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 1969

EDIÇÃO: 

LOCAL: Porto

EDITORA: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Litografia Maia

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 22665 V.
BN S.A. 36934 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 142

OBSERVAÇÕES:

142
CONSERVA DE PEIXE DE PORTUGAL: livro de receitas. — Lisboa: Inst. Port. de Conservas de Peixe, [D. L. 1969].
BN S.A. 22665 V.
BN S.A. 36934 V.

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1967 O Livro de Cozinha da Infanta D. Maria de Portugal

O Livro de Cozinha da Infanta D. Maria de Portugal

TÍTULO: Livro de Cozinha da Infanta D. Maria de Portugal

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Maria, Infanta de Portugal, 1521-1577; Manuppella, Giacinto, 1901-1988, coment.

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO: Introdução histórica de Salvador Dias Arnaut. 

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1967

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Coimbra

EDITORA: Acta Universitatis Conimbrigensis – Por Ordem na Universidade

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Brochado

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 257 páginas

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.S. 34127 V.
F. 6527 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 284

OBSERVAÇÕES: Primeira edição integral do códice português I. E. 33. da Biblioteca Nacional de Nápolis. Leitura de Giacinto Manuppella e Salvador Dias Arnaut. Prólogo, notas aos textos, glossário e índices de Giancinto Manuppella.

285

O «Livro de Cozinha» da Infanta D. Maria de Portugal: códice português I.E. 33 da Biblioteca Nacional de Nápoles / prólogo, leitura, notas aos textos, glossários e índices de Giacinto Manuppella; intr. Salvado Dias Arnault. – 1.ª ed. integral. – Coimbra: Universidade, 1967. – (Acta Universitatis Conimbrigensis)

V. ns. 285, 504 e 847 desta bibliografia

BN S.A. 34127 V.
F. 6527

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1967 As Receitas da TV

As Receitas da TV

1967

TÍTULO: As Receitas da TV

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Maria de Lourdes Modesto

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1967

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

EDITORA: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 24×22.5

NÚMERO DE PÁGINAS: 244

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 34297 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 378

OBSERVAÇÕES:

378

MODESTO, Maria de Lourdes, 1930–
As receitas da TV / Maria de Lourdes Modesto. – Lisboa: Verbo, [D. L. 1967]

BN S.A. 34297 V.

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1966 A alimentação na baixa de Cassange 

A alimentação na baixa de Cassange

1966

TÍTULO: A alimentação na baixa de Cassange

SUB TÍTULO: 

AUTOR: José António Pereira Nunes

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO:1966

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: 

EDITORA: 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00

OBSERVAÇÕES:

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

40. NUNES, José António Pereira, A alimentação na baixa de Cassange (1966)

Nesta separata dos Anais do Instituto de Medicina Tropical é enfatizada a importância dos inquéritos alimentares como um meio de obtenção de informação nutricional das populações e sua posterior utilização pelos governos na “….melhoria das condições alimentares e do estado de nutrição das populações….”. É efectuada uma caracterização do meio físico e humano da Baixa de Cassange, em Angola, sendo descritas as características do local, tanto as orográficas, como climáticas e as da flora. É dado relevo à cultura do algodão nesta região. São descritas as populações ali existentes desde a sua composição familiar aos seus hábitos em termos de número de refeições 

É explicada a metodologia da avaliação nutricional através da realização dos inquéritos alimentares. São descritos, com detalhe, os géneros alimentares consumidos tendo também sido efetuado um inquérito clínico nutricional. Este último incidiu sobre a caraterização nutricional de 326 crianças. São apresentados, com grande pormenor, os alimentos disponíveis ao longo do ano, quer os de origem vegetal quer os de origem animal, sendo feita a sua caracterização em macro e micronutrientes. O autor define ainda uma “Terapeutica Alimentar Colectiva”, tendo em atenção as carências alimentares encontradas e apontando medidas a adotar para as mesmas serem suprimidas. Em anexo são descritos todos os alimentos consumidos, com a respetiva caracterização em macro e micronutrientes. Por último, são considerados os pratos tradicionais desta região de Angola.

(CP) Cristina Padez

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1966 Selecção Culinária

Selecção Culinária

1966

TÍTULO: Selecção Culinária

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Margarida Noémia

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1966

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Excelsior

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
Biblioteca Nacional (de Portugal).
Edição 1973 SELO DE MAR

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 44515 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 387

OBSERVAÇÕES:

387

NOÉMIA, Margarida
Selecção Culinária / Margarida Noémia. – [Lisboa]: Ed. Excelsior, [D. L. 1966]

BN S.A. 44515 V.

Outra ed.:
– Lisboa: Sopcul, [D. L. 1982] (S.A. 57925 V.)

Editorial Inova, Porto, 1973

SELO DE MAR

Selecção Culinária, Lisboa: Publicações Mocho, Junho de 1981

Lisboa: Sopcul, [D. L. 1982] (S.A. 57925 V.)

Marujo Editora

A ARTE CULINÁRIA ATRAVÉS DOS TEMPOS

A arte de cozinhar é muito antiga, deve ter sido iniciada no tempo em que o homem primitivo descobriu o fogo e pôde assar, grelhar e cozer a carne dos animais que lhe serviam de alimento e eram abatidos nas caçadas.

Segundo opinião dos sábios, foi há quinze mil anos que o solo principiou a ser cultivado e os animais se domesticaram, servindo como auxiliares do homem, nos seus trabalhos agrícolas, e, como reserva de alimentos, no tempo da escassez.

Por achados arqueológicos e em estudos históricos, chegou-se à conclusão de que a arte de cozinhar já era conhecida dos povos da antiguidade que viveram antes dos Sumérios e dos Egípcios.

Dos Egípcios e dos Fenícios aprenderam os Gregos a arte culinária.

Foi grego o primeiro cozinheiro de que fala a história, Cadmus.

Poetas cantaram em verso as delícias da boa mesa. Archestrato foi um deles, viajando por outros povos, à procura de novas iguarias.

Das suas longas viagens marítimas, os Gregos trouxeram para o seu país alimentos desconhecidos e condimentos novos, como as ervas aromáticas e algumas especiarias.

Mais tarde, os Romanos, conquistando a Grécia, aprenderam com os Gregos os segredos da culinária, que se elevou a um grande nível no tempo dos Césares, em que a gastronomia era uma verdadeira arte, que se patenteava em iguarias raras e complicadas, apresentadas nos banquetes dos imperadores e patrícios.

Houve nesse tempo grandes gastrónomos e grandes cozinheiros.

Os esplendores da mesa de Lúculo e as refeições em casa de Mecenas, ainda hoje são relembrados.

Aspicius escreveu o primeiro tratado de culinária, que foi dos mais completos e bem elaborados.

É o livro mais antigo de cozinha de que há notícia e, talvez mesmo, o primeiro.

Com a sua expansão através do Mundo, os Romanos levaram os seus conhecimentos aos povos que iam conquistando e aprenderam com os conquistadores muitos requintes da civilização.

Com a invasão da Europa pelos povos bárbaros, apagou-se um pouco o brilho das antigas civilizações, tornando a arte de cozinhar mais sóbria.

Decaiu assim até ao Renascimento, em que recomeçou novamente a ter cultores.

Da ocupação da Península pelos Árabes, ficaram algumas iguarias, cujos termos de culinária chegaram até nós: xaropes, aletria, almôndega, acepipe, sorvete, azeite, atum, etc.

Com as descobertas marítimas feitas pelos Portugueses e Espanhóis e a expansão comercial que fez de Lisboa o maior empório do Mundo, na era de quinhentos, novos conhecimentos da arte culinária entraram na cozinha portuguesa e se expandiram depois, por toda a Europa.

As caravelas que vinham do Oriente traziam o chá, o café, a noz moscada, o cravo da Índia.

Da África chegavam: o açafrão, a tâmara, a banana, a anona, o amendoim.

Do Brasil, recém-descoberto, vinham: a goiaba, a manga, o abacate, a mandioca e o abacaxi.

Chegavam constantemente a Lisboa caravelas vindas da Índia, repletas de especiarias de estranho e delicado sabor, como: o cinamomo, o cominho, o caril e a canela.

Condimentos e alimentos novos entraram pouco a pouco na alimentação quotidiana, tornando a arte de cozinhar mais vasta e subtil.

Mas, somente em França, no século XVII, a gastronomia chegou ao apogeu, durante o reinado do Rei Sol, Luís XIV.

Brillat-Savarin escreveu o seu famoso livro da «Fisiologia do gosto» e Vatel, cozinheiro do príncipe de Condé, pontificou na arte culinária, deixando justa fama da sua sabedoria.

Foi nesse reinado que se inventaram as bebidas alcoólicas, açucaradas e aromatizadas por perfumes, a que se deu o nome de licores.

Na Irlanda, trazido da América pelo capitão Hawkins, apareceu um tubérculo novo, que não obteve aceitação.

Só um século mais tarde, um francês, Parmentier, aconselhou ao rei Luís XVI a divulgação desse tubérculo, a batata, rico em propriedades nutritivas e de tão excelente paladar que merecia ser servido em qualquer mesa, mesmo a do Rei.

Aceite e experimentada na corte, a batata em breve era bem recebida pelos nobres e pelo povo, faminto por alguns anos de escassez de alimentos.

Em breve a sua plantação se activava e divulgava, expandindo-se pela Europa e, depois, pelo Mundo inteiro.

Entre os antigos livros portugueses, de culinária, avulta um, escrito em 1765 por Domingos Rodrigues, cozinheiro do rei D. João V.

Esse tratado, muito bem feito, intitulava-se: «Arte de cozinha, dividida em três partes».

O êxito que obteve foi tanto que teve três edições.

O seu autor compilara as receitas do receituário tradicional, provindo dos conventos onde, nesse tempo, se praticava com verdadeira maestria a arte de bem cozinhar.

Quem ler hoje, alguns desses velhos livros, as complicadas receitas, verdadeiramente assombrosas, das iguarias que se comiam então, fica espantado, tanto pela diversidade dos elementos que as compunham como pela sua quantidade.

Alguns desses elementos são tão antagónicos entre si, que chegaríamos a duvidar da excelência de paladar dos nossos antepassados se não nos lembrássemos de muitos pratos tradicionais que chegaram até aos nossos dias, para regalo dos gulosos «gourmets», a quem também não esquecem as doçarias conventuais que constituem muitas das especialidades de terras do nosso país, e que são sempre um motivo de grande prazer para os apreciadores.

Muitos foram os amadores da arte de cozinhar que a ela se renderam e prestaram preito, no século passado e no século em que vivemos.

Poetas, escritores, artistas, médicos, industriais, comerciantes, políticos, oficiais do exército, donos de hotéis, cozinheiros, enfim, foram muitos os bons gastrónomos que editaram livros sobre culinária ou deixaram o seu nome ligado a receitas da arte de cozinhar, que ainda hoje os lembra.

Alexandre Dumas, pai, Carlos Bandeira de Melo, sob o pseudónimo de Carlos Bento da Maia, Paul Plantier, João da Mata, António Maria de Oliveira Melo, escondido sob o nome de Olleboma, Bulhão Pato, Luciano Cordeiro, Teixeira de Vasconcelos, Albino Forjaz de Sampaio, dr. Samuel Maia e tantos outros, todos eles cultores desta arte tão antiga e que, no entanto, é sempre nova.

Muitas senhoras se dedicaram igualmente à difícil tarefa de bem cozinhar.

Em todos os tempos agradou à Mulher preparar os alimentos em deliciosas receitas, muitas da sua autoria.

Nas grandes casas, como nos conventos e mosteiros, a mulher se entregou com prazer à confecção de iguarias que deixaram nome e seguidores.

Ainda hoje, através de livros, dão a sua excelente comparticipação ao apuramento constante da boa cozinha, tanto estrangeira como portuguesa.

São bem conhecidos os nomes de Isalita, Alda de Azevedo, Agrena de Leão, Bertha Rosa Limpo, Mirene, Francine Dupré, Irene Vincy, Maria de Lourdes Modesto e muitas outras.

Compilando, seleccionando, inventando receitas e fazendo-as conhecer através de livros e, mais modernamente, em programas radiofónicos e pela televisão, a mulher de hoje, como a de ontem, trabalha para o constante aperfeiçoamento da gastronomia.

Até que o homem da idade atómica não descubra a alimentação por meio de gotas ou pílulas, vamos cultivando, com maior ou menor saber, esta difícil, mas agradável arte, tão antiga, de bem cozinhar.

Eis a razão de mais um livro depois dos milhares que se têm escrito desde Aspicius e que, esperamos, mereça agrado e bom acolhimento, pois é vosso.

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1966 A arte da cozinha Royal

A arte da cozinha Royal

1966

TÍTULO: A arte da cozinha Royal

SUB TÍTULO: 

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1966

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição
Outra edição em 1968 [D. L. 1968] (S.A. 35968 V.)

LOCAL: 

EDITORA: João Machado da Conceição & Cª

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: S.A. 35968 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 78

OBSERVAÇÕES:

78
A ARTE da cozinha Royal. — [Lisboa]: João Machado da Conceição & C.ª, [D. L. 1966].
BN S.A3. 1250 V.

Outra ed.:
— [D. L. 1968] (S.A. 35968 V.)

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LIVROS posts individuais SELO DE MAR collection

1966 ABC da culinária

ABC da culinária

1966

TÍTULO: ABC da culinária

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Etelvina Lopes de Almeida

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1966

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 
Outra ed.:
– 6.ª ed. refundida e aumentada. – [D.L. 1986]. – (S.A6. 522 A.).

LOCAL: Mem Martins

EDITORA: Europa-América

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 33868 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 54

OBSERVAÇÕES:

55

ABC da culinária / Etelvina Lopes de Almeida. – Mem Martins: Europa-América, [s.d.]. – BN S.A. 33868 V.

Outra ed.:

2ªEdição – 1969
6.ª ed. refundida e aumentada. – [D.L. 1986]. – (S.A6. 522 A.).

2ªEdição – 1969

4ªEdição – 1975

6.ª ed. refundida e aumentada. – [D.L. 1986]. – (S.A6. 522 A.).

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LIVROS posts individuais

(s.d.) Carne de porco: sua conservação e preparação

Carne de porco:

sua preparação e conservação

TÍTULO: Carne de porco:

SUB TÍTULO: sua preparação e conservação

AUTOR: Joaquim Domingos Borrego.

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: [s. d.]

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 

LOCAL: Porto

EDITORA: Livraria do Lavrador

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 32119 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 98

OBSERVAÇÕES:

110
CARNE de porco: sua conservação e preparação. — Porto: «O Lavrador», [s. d.]. — (Livraria do Lavrador; 53)
Com receitas.
V. n. 98 desta bibliografia.
BN S.A. 32119 P.

98
BORREGO, Joaquim Domingos
Carne de porco: sua conservação e preparação / Joaquim Domingos Borrego. — [Porto]: «O Lavrador», 1965.
Com receitas.
V. n. 110 desta bibliografia.
BN S.A. 30300 P.

 

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1965 Carne de porco: sua preparação e conservação

1965 Carne de porco:

sua preparação e conservação

TÍTULO: Carne de porco:

SUB TÍTULO: sua preparação e conservação

AUTOR: Joaquim Domingos Borrego.

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1965

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 2a ed. rev. e act.

LOCAL: Porto

EDITORA: O Comércio do Porto

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: «O Lavrador»

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 30300 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 98

OBSERVAÇÕES:

98
BORREGO, Joaquim Domingos
Carne de porco: sua conservação e preparação / Joaquim Domingos Borrego. — [Porto]: «O Lavrador», 1965.
Com receitas.
V. n. 110 desta bibliografia.
BN S.A. 30300 P.

110
CARNE de porco: sua conservação e preparação. — Porto: «O Lavrador», [s. d.]. — (Livraria do Lavrador; 53)
Com receitas.
V. n. 98 desta bibliografia.
BN S.A. 32119 P.

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1964 Sobremesas Royal

Sobremesas Royal

1964

TÍTULO: Sobremesas Royal

SUB TÍTULO: 

AUTOR: João Machado da Conceição & Cia

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1964

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: New York

EDITORA: Standard Brands Inc

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 81306 V.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 488

OBSERVAÇÕES:

488

SOBREMESAS Royal . — [S. l.] : João Machado da Conceição &
Cia.; New York : Standard Brands Inc., imp. 1964

BN S.A. 81306 V.