Etiqueta: Livros SELO DE MAR collection
Use só margarina Vaqueiro
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 1, 1980
Use só margarina Vaqueiro
circa 1980
TÍTULO: Use só margarina Vaqueiro
SUB TÍTULO: na mesa, nas torradas, nos bôlos, nas carnes, nos peixes, nos legumes
AUTOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: circa 1980
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL:
EDITORA: estabelecimentos Jerónimos Martins & Fº
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00
OBSERVAÇÕES:
1979 Cozinha Tradicional Portuguesa
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 1, 1979
Cozinha Tradicional Portuguesa
1979
TÍTULO: Cozinha Tradicional Portuguesa
SUB TÍTULO:
AUTOR: Maria de Lourdes Modesto
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO:
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Verbo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 375
OBSERVAÇÕES:
375
MODESTO, Maria de Lourdes, 1930–
Cozinha tradicional portuguesa / Maria de Lourdes Modesto; textos introdutórios das regiões de António Manuel Couto Viana; fot. de Augusto Cabrita, Homem Cardoso. — 3.ª ed. — Lisboa: Verbo, 1982.
BN S.A5. 9097 V.
Outras ed.:
— 4.ª ed. — imp. 1983 (S.A6.1163 V.)
— 5.ª ed. — imp. 1984 (S.A6.1824 V.)
— 8.ª ed. — 1989 (S.A6.8020 V.)
— 15.ª ed. — 1995 (S.A7.9295 V.)
Não sendo, no início do século XX, a culinária entendida como algo particularmente importante, do ponto de vista da obtenção de notoriedade social, nota-se, tanto no feminino como no masculino, o recurso a anagramas e a pseudónimos para esconder o verdadeiro nome. Assim, Agarena de Leão é o anagrama de Helena de Aragão, enquanto Auronanda é o pseudónimo de Aurora Jardim Aranha, Isalita o de Maria Isabel Campos Henriques, Mirene o de Maria Irene Andrade Braga da Silva Teixeira e Francine Dupré, o de Maria de Lurdes Modesto que, entretanto o abandonou, acompanhando o crescente interesse e popularidade que o público lhe foi dispensando.
in Culinária no feminino: os primeiros livros de receitas escritos por portuguesas. Isabel M. R. Mendes Drumond Braga
DESDE há vinte anos que me dedico a um lento mas emocionante levantamento do património culinário português.
Lento, porque se nos deparam segredos a desvendar, relutâncias a vencer, variantes a ensaiar, tempos, misturas e doseamentos a experimentar. Mas levantamento emocionante, porque se revelam sabedorias seculares, usos, costumes e, sobretudo, imaginação que, as mais das vezes, nos fazem sentir o pulsar de uma vida, de uma família, de uma região, de um país.
Para esta recolha, para a construção, passo a passo, deste roteiro gastronómico, recebi o contributo, em cada região, de numerosas pessoas. Os seus nomes (não todos, infelizmente, pois seriam largas centenas) aí ficam para que conste — e eu, assim, singelamente, lhes agradeça.
Agradecimento que desejaria extensivo a tantos e tantos participantes do «Concurso de Cozinha e Doçaria Regional Portuguesa», realizado em 1961, através da televisão, cujas informações recuperei para este trabalho.
Recolhi então milhares de receitas, enviadas de todos os recantos do País, a maior parte com genuínas raízes locais. Trabalhei-as durante estes vinte anos. Tentei desvendar-lhes as origens — algumas bem humildes e perdidas na noite dos tempos. Procurei fixar-lhes, experiência após experiência, os tempos e as medidas adequadas, por entre a infinidade de variantes que cada receita comporta. Fui o mais rigorosa possível na descrição da confecção e dos ingredientes. Mas a precisão das fórmulas matemáticas não tem lugar na cozinha tradicional, em que pontifica uma certa dose de salutar criatividade e intuição.
Por fim, desse labor de duas décadas, seleccionei as oitocentas receitas que compõem este volume. Curnonsky, o príncipe da gastronomia francesa, descreveu a culinária regional francesa em apenas 325 receitas. Pelo meu lado, devo confessar que as oitocentas receitas escolhidas não bastam para esgotar todas as variantes do riquíssimo repertório culinário português. Mas são plenamente suficientes — disso estou certa — para constituírem a mais completa recolha que até hoje se realizou deste Portugal gastronómico, de que muitos só conhecem meras visões parcelares.
Dois critérios presidiram à escolha das receitas que integram este livro: representatividade e autenticidade. De cada região, incluíram-se os pratos mais característicos, confeccionados e apresentados como é de uso e costume na terra portuguesa que os concebeu. E cada um acompanhado de uma nota «biográfica», localizando-lhe a origem e traçando-lhe a evolução.
Mas não é só do passado que se trata neste livro. As oitocentas receitas que contém estão vivas e saudáveis, como as mãos que diariamente ainda as preparam em milhares de lares portugueses, conservando a nossa tradição gastronómica e projectando-a no futuro.
Nesse sentido, entendo também este livro como uma forma de combate em prol da revitalização do nosso património culinário e contra a insidiosa invasão de uma certa «cozinha internacional», impessoal, soturna e monótona, que já alastrou por muitos restaurantes e ameaça também entrar-nos pela casa dentro.
A melhor barreira contra essa praga é, sem dúvida, a cozinha familiar, em que se preservam e renovam as preciosas receitas ancestrais. Os constrangimentos da vida moderna não são obstáculo: o receituário das nossas avós também tem soluções para a falta de tempo e de meios. Mas, sempre, preservando o que é essencial: a alegria, a imaginação, o prazer de estar à mesa.
Ao mesmo tempo reencontramos a nossa identidade, a nossa maneira original de ser e de sentir — que se manifesta com toda a sua diversidade e exuberância no receituário tradicional.
A elaboração deste livro foi, pois, para mim uma experiência enriquecedora, pelo que me ajudou a descobrir e a compreender melhor o nosso País. Estou certa de que o mesmo terão sentido aqueles que comigo mais directamente trabalharam — e por cuja colaboração devo aqui expressar o meu profundo reconhecimento: desde os autores das fotografias, que comigo percorreram Portugal de lés a lés, ao editor, que pacientemente aguardou durante anos a publicação desta obra, necessariamente morosa, possibilitando-me todas as condições para um trabalho completo e reflectido.
É sempre possível fazer melhor. Mas já sentirei que a minha missão foi cumprida se aqueles que lerem este livro — e sobretudo aqueles que me confiaram as receitas e os segredos da cozinha tradicional portuguesa — reconhecerem nele a imagem gastronómica da velha Nação que somos.
Foi esse o meu objectivo. Oxalá, no final, todos sintam que esta é a verdadeira cozinha portuguesa.
Maria de Lourdes Modesto
1978 Receitas Escolhidas
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 6, 1978
Receitas Escolhidas
1978
TÍTULO: Receitas Escolhidas
SUB TÍTULO:
AUTOR: Maria de Lurdes Modesto
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1978
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Verbo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Selo de Mar collection
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 58826 V.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 380
OBSERVAÇÕES:
380
MODESTO, Maria de Lourdes, 1930–
Receitas escolhidas / Maria de Lourdes Modesto. — 2.ª ed., rev. e aum. — Lisboa: Verbo, imp. 1982.
BN S.A. 58826 V.
Outras ed.:
— 3.ª ed. — imp. 1988 (S.A. 66576 V.)
— 1996
Cozinha portuguesa Volumes I, II, III
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 6, 1978
Cozinha portuguesa Volumes I, II, III
1978
TÍTULO: Cozinha portuguesa Volumes I, II, III
SUB TÍTULO:
AUTOR: Maria Helena Tavares Crato
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO:
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 4ª Edição
Outras ed.:
– 2.ª ed. – imp. 1981. – vol. 2 e 3. – (C.G. 12547 V.).
– 3.ª ed. – imp. 1981. – vol. 1. – (C.G. 12547 V.).
– 4.ª ed. – imp. 1982–1983. – 3 vol. – (C.G. 12764 V.).
– 5.ª ed. – imp. 1983. – (C.G. 8418 P.).
– 6.ª ed. – imp. 1984. – (C.G. 13359 V.).
– 7.ª ed. – 1987. – (C.G. 14043 V.).
– 8.ª ed. – 1988. – (C.G. 14353 V.).
LOCAL:
EDITORA: Editorial Presença
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO: Col. Habitat; 10, 18 e 21
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN C.G. 12006 V.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 176
OBSERVAÇÕES:
176
CRATO, Maria Helena Tavares
Cozinha portuguesa / Maria Helena Tavares Crato. — [1.ª ed.]. — Lisboa: Presença, imp. 1980. — 3 vol. — (Col. Habitat; 10, 18 e 21)
BN C.G. 12006 V.
6.ª ed. – imp. 1984.
SELO DE MAR
5.ª ed. – imp. 1983.
SELO DE MAR
5.ª ed. – imp. 1983.
SELO DE MAR
in
BiblioAlimentaria
1. Memória gastronómica
31. CRATO, Maria Helena Tavares, Cozinha portuguesa: I (1978)
32. CRATO, Maria Helena Tavares, Cozinha portuguesa: II (2.ª ed. 1981)
33. CRATO, Maria Helena Tavares, Cozinha portuguesa: III (2.ª ed. 1981)
Desde o título, à foto que ilustra a capa do vol. i (exibindo sopa de caldo verde, fatias de broa de milho, azeitonas e uma caneca de vinho tinto) e ao texto de apresentação impresso na contracapa (em que se declara estar o leitor perante “receitas genuinamente portuguesas”) que fica claro o desejo de explorar o potencial comercial da obra com base na sua dimensão identitária nacional.
As contracapas dos vols. ii e iii, em que não há nenhumas palavras introdutórias, oferecem a pertinência de conter notas que apontam para o que se consideram as marcas distintivas das obras. Assim, no caso da 2.ª obra desta tríade, dedicada aos salgados, o destaque vai para a existência de uma rubrica que alia os cuidados com a economia doméstica às exigências do bom gosto dos pratos, provando que a sustentabilidade (aqui referente ao aproveitamento de sobras) não sacrifica a gastronomia, antes é uma sua aliada. Já na última obra, consagrada à doçaria, a tónica volta a ser colocada na cozinha tradicional portuguesa, destacando, logo ali, alguns dos doces que se consideravam seus ícones (Toucinho do Céu, D. Rodrigo, Lampreia de Ovos, Tigeladas e Farófias).
Para percebermos como o entendimento que a autora tem de genuinamente português difere do que possam ser os sentidos que hoje se lhe dariam de “inviolado” e de “autêntico” (ou seja um saber transmitido de geração em geração, desde um tempo passado que não conseguimos precisar), basta lermos a Introdução do vol. i (p. 8).
Aí fica bem claro que as receitas apresentadas resultam de várias recolhas e cópias de receitas, cujas fontes primárias (orais e escritas) foram desde os cozinheiros dos restaurantes caros aos das mais características tabernas e das vendas solitárias à beira das estradas. Assim, um primeiro critério de “portugalidade” advém de os pratos serem servidos em estabelecimentos do território nacional. Claro que, como se verificará através do levantamento dos nomes de pratos mais sonantes dessa obra, aí encontram‑se efetivamente várias iguarias de filiação onomástica nacional, regional e local.
Mas a grande novidade deste livro em relação a outros que se promoviam ao patamar de culinária nacional está em fundir com essa dimensão de memória coletiva a memória familiar e pessoal. Na verdade a autora enfatiza, nas explicações que dá nessa introdução sobre o seu método de elaboração do receituário publicado, a dívida que o mesmo tem para com as experiências culinárias que ela própria vivenciou no seu círculo familiar e de amigos. Assistimos ao recuperar de uma matriz fundacional dos mais antigos “livros” de receitas culinárias, que circularam em formato manuscrito e não impresso, a saber: a cozinha dos afetos. Assim, a um receituário de proveniência externa (fornecido por “informantes” ocasionais) junta‑se uma série de preparados herdados das grandes referências familiares em termos de arte culinária (as avós e a mãe) e das amigas ou conhecidas (identificadas pelo nome próprio). No entanto, a genuinidade de uma obra (seja ela de culinária ou de outra arte qualquer) só fica verdadeiramente evidenciada se o ‘Eu’ que a gera nela deixar a marca da sua intervenção. Foi, pois, esse desígnio de não descurar do nacional o mais genuinamente individual que levou Maria Helena Tavares Crato a integrar na obra pratos da sua autoria.
Em termos gráficos, a obra destaca‑se de outras que a antecederam pelo recurso a fotografias, tanto de pratos como simplesmente de ingredientes (caso da rubrica “Ovos”, que abre com uma foto de uma cesta de ovos, p. 37). Talvez por estarmos ainda a dar os primeiros passos neste recurso iconográfico, deparamos com a não coincidência, na mesma página, da fotografia e da iguaria a que se reporta (por exemplo a foto de “Lulas de caldeirada” figura na p. 117, mas a receita aparece muito mais adiante, na p. 132)
Atentemos em alguns exemplos de “cozinha dos territórios”:
– nacional: Ovos Mexidos à Portuguesa, CP55‑I, 44; Bacalhau à Portuguesa, CP‑I, 118; Coelho à Antiga Portuguesa, CP‑II, 46; Bifanas á Portuguesa, CP‑II, 81; Cozido à Portuguesa, CP‑II, 106; Passarinhos à Portuguesa, CP‑II, 117; Rins de Porco à Portuguesa, CP‑II, 123
– regional: Sopa alentejana (Miga) – CP‑I, 14; Pimentão (à moda do Alentejo) – CP‑I, 78; Carapaus Alimados (Algarve), CP‑I, 126; Couves Galegas com Batatas Cozidas (Beira Baixa), CP‑II, 13;
– local: Sopa de feijão frade (Cebolais de Cima), CP‑I, 22; salmonetes à moda de Setúbal, CP‑I, 147; Pato com Arroz à moda de Braga, CP‑II, 71; Bolos Podres de Alcanena, CP‑III, 23; Bolo de Cascais, CP‑III, 44; Pão de Ló de Alfeizerão, CP‑III, 63 – nota ‑se que este bolo é um bom exemplo da coexistência das variantes territorial e afetiva, pois também se publicam, no mesmo vol. III, Pão de Ló da minha Irmã (ibidem) e Pão de Ló da Titina (p. 64);
Quanto à “cozinha dos afetos”, está registada para: Caril de Mariscos à moda da minha irmã, CP‑I, 65; Empadinhas da minha Avó, CP‑I, 84; Massa Folhada à moda da minha Mãe, CP‑I, 85; recheio do Papo do Peru (à moda da minha mãe), CP‑I, 97; Atum em lata de Caldeirada (à moda da minha irmã), CP‑I, 102; Bacalhau à Mamã, CP‑I, 112; Bacalhau à moda da tia Ernestina, CP‑I, 114; galinha Dourada (à moda da minha mãe), CP‑II, 13;65; pato com arroz (à moda da minha mãe), CP‑II, 70; Cachola Rica (à moda da avó Maria de Lurdes), CP‑II, 92; Leite Creme da Avó Zezinha, CP‑III, 87; Pãezinhos Finos (da minha Sogra) , CP‑III, 189; Xarope de Limão do Mano Zé, CP‑III, 198.
Também a “cozinha honorífica” não foi esquecida, homenageando amigos e/ou conhecidos: Sopa de carne (à moda da Lena) – CP‑I, 15; outras receitas à moda da Lena: Molho Branco, Molho de Tomate, Pescada com Ostras, Solha, Bacalhau d’Oiro CP‑I, 70, 76, 144, 152, 118.
Deparamos ainda com alguns exemplos de fusão das cozinhas dos territórios com a cozinha honorífica: Sopa da Pedra (à moda da Maria Alice – Benfica do Ribatejo), CP‑I, 28; Bacalhau à Coimbra (à moda da Leonete), CP‑I; Coelho Frito (à moda da D. Maria José – Guarda), CP‑II, 46.
Não estão igualmente ausentes dois exemplos de “cozinha de autora”: Lulas de Caldeirada (à minha moda), CP‑I, 132; Lulas Recheadas (à minha moda), CP‑I, 135.
55 Usamos CP como sigla do título Cozinha Portuguesa, seguido do número do respetivo volume em numeração romana e da página de publicação da receita em apreço.
Copa e cozinha:
cozinha tradicional portuguesa : receitas extraídas de um manuscrito conventual.
TÍTULO: Copa e cozinha:
SUB TÍTULO: cozinha tradicional portuguesa : receitas extraídas de um manuscrito conventual.
AUTOR:
NOTAS DE AUTORIA: Jóias da culinária formuladas num manuscrito fradesco, datado de 1743 e posteriormente compiladas por António de Macedo Mengo
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO:
DEPÓSITO LEGAL: D. L. 1977
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Celir : Apesar de Tudo
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO: O Livro Prático; 4.
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
Biblioteca Nacional (de Portugal).
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 48391 V.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 145
OBSERVAÇÕES:
145
Copa e cozinha: cozinha tradicional portuguesa; receitas extraídas de um manuscrito conventual. – Porto: Celir: Apesar de Tudo, [D.L. 1977]. – (O Livro Prático; 4). – Jóias da culinária formuladas num manuscrito fora descodificado de 1743 e posteriormente compiladas por António de Macedo Mengo (Ver n. 102 desta bibliografia). – BN S.A. 48391 V.
TÍTULO: Copa e cozinha:
SUB TÍTULO: formulario extrahido de um manuscripto conventual
AUTOR: David Corazzi – editor/tipógrafo responsável pela edição
NOTAS DE AUTORIA: coord . por Antonio de Macedo Mengo
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1887
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Lisboa
EDITORA: Biblioteca do Povo e das Escolas
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: Col. Manuela Domingos
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 144
OBSERVAÇÕES: Biblioteca do Povo e das Escolas. Série 18; 141
Livros Auxiliares de Cozinha (colecção)
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Dezembro 16, 1975
Rosa Celeste Castro Fernandes
Livros auxiliares de cozinha (colecção)
Livros auxiliares para cozinha
Temos uma edição especial em opúsculos de 32 páginas, denominados “Mil e Um Modos de Cozinhar Bacalhau”, “Mil e Um Modos de Cozinhar Carnes”, “Mil e Um Modos de fazer sopas”, “Mil e Um Modos de Cozinhar de Fazer Doces”, etc., etc. cujo preço é de 10$00.
Rosa Celeste Castro Fernandes
Editora – Livreira
Rua dos Bragas, 140 – Porto
1975 Mil e um modos de cozinhar bacalhau
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Novembro 1, 1975
Mil e um modos de cozinhar bacalhau
TÍTULO: Mil e um modos de cozinhar bacalhau
SUB TÍTULO:
AUTOR: Rosa Celeste Castro Fernandes
NOTAS DE AUTORIA: Feminino
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1971
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO: 1ª edição
Outra ed.:
– Novembro 1975 (S.A. 33321 P.)
LOCAL: Porto
EDITORA: Editora Livreira
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Oficinas gráficas do Colégio dos Orfãos
ENCADERNAÇÃO: Brochado
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS: 32 páginas
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR 1975 (S.A. 33321 P.)
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 32308 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 350
OBSERVAÇÕES:
350
Mil e um modos de cozinhar bacalhau. – Porto: Rosa Celeste Castro Fernandes, [D. L. 1971]
BN S.A. 32308 P.
Outra ed.:
– imp. 1975 (S.A. 33321 P.)
1975 Diversos Modos de Fazer Doces, Pudins, Saladas de Fruta, Bolos, etc.
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 1, 1975
Diversos Modos de Fazer Doces, Pudins, Saladas de Fruta, Bolos, etc.
1975
TÍTULO: Diversos Modos de Fazer Doces, Pudins, Saladas de Fruta, Bolos, etc.
SUB TÍTULO:
AUTOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: 1975
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL:
EDITORA: Rosa Celeste Castro Fernandes
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR:
ENCADERNAÇÃO:
FORMATO / DIMENSÕES:
NÚMERO DE PÁGINAS:
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 00
OBSERVAÇÕES:
1975 O Guia da Cozinheira
- Autor do artigo Por canthecan_bfmhxg
- Data do artigo Janeiro 1, 1975
O Guia da Cozinheira
A Arte de bem cozinhar
TÍTULO: O Guia da Cozinheira
SUB TÍTULO: A Arte de bem cozinhar
Mais de 500 receitas para cozinhar, fazer doces, gelados, compotas, etc.
AUTOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: dezembro 1975
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Porto
EDITORA: Edições Aurora Branca Ferreira
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tipografia Colégios dos Orfãos
ENCADERNAÇÃO: Brochado
FORMATO / DIMENSÕES: 17×12 cm
NÚMERO DE PÁGINAS: 295, [9] páginas
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 31980 P.
NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 249
OBSERVAÇÕES:
249
O GUIA da cozinheira. – Porto : Tip. Colégio dos Órfãos,
[D. L. 1969]
BN S.A.3 1980 P.
TÍTULO: O Guia da Cozinheira
SUB TÍTULO: A Arte de bem cozinhar
Mais de 500 receitas para cozinhar, fazer doces, gelados, compotas, etc.
AUTOR:
NOTAS DE AUTORIA:
PREFÁCIO:
SUPORTE: Impresso
GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia
DATA DE PUBLICAÇÃO: dezembro 1975
DEPÓSITO LEGAL:
EDIÇÃO:
LOCAL: Porto
EDITORA: Edições Aurora Branca Ferreira
TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: Tipografia Colégios dos Orfãos
ENCADERNAÇÃO: Capa dura
FORMATO / DIMENSÕES: 17×12 cm
NÚMERO DE PÁGINAS: 295, [9] páginas
COLECÇÃO:
ISBN/ISSN:
COLECÇÃO DE: SELO DE MAR
REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998:
OBSERVAÇÕES: