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1875 Almanaque dos Bons Pitéus

Almanaque dos Bons Pitéus

TÍTULO: Almanaque dos Bons Pitéus

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Guiomar de Lima.

NOTAS DE AUTORIA: Almanach dos Bons Pitéus oferecido e dedicado às boas donas de casa, por Guiomar de Lima.

PREFÁCIO:

SUPORTE: 

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: 

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1875

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Typografia Universal 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”:

OBSERVAÇÕES:

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1875 Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro

Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro ou Encyclopedia do cosinheiro Portuguez. 1875

Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa

TÍTULO: Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro

SUB TÍTULO: Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1875

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 3ª edição muito aumentada

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria do Editor

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”:

OBSERVAÇÕES:

Anónimo e publicado no Porto pela “Livraria do Editor”, o receituário Thesouro do Cosinheiro, confeiteiro e copeiro conhece primeira edição em 1863. Terá uma 2.ª edição da qual nada se sabe nem existem exemplares em bibliotecas públicas portuguesas. Em 1875 conheceu uma 3.ª edição “muito aumentada” (Thesouro, 1875, p. I). Em 1894, na 4.ª edição, é-lhe acrescentado o subtítulo Encyclopedia do Cosinheiro Portuguez, referindo-se que se tratava de uma edição “revista e augmentada” (Thesouro, 1894, p. I), tendo sido publicada pela Livraria Editora – Viúva Jacinto Silva, localizada na mesma rua e números que a anterior “Livraria do Editor”. Depreende-se, pois, que o compilador possa ter sido Jacinto Silva. 

in

João Pedro Gomes

“Receita Brazileira”: representações da culinária do Brasil nos receituários portugueses do século XIX

TÍTULO: Thesouro do Cosinheiro, Confeiteiro e Copeiro

SUB TÍTULO: Collecção de receitas aplicadas a arte de Cosinha, Confeitaria e Copa

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1894

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Porto

EDITORA: Livraria Editora – Viuva Jacinto Silva

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 28 págs

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 
BN S.A. 7914 V

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 497

OBSERVAÇÕES:

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1872 A «Confeitaria Nacional»

A «Confeitaria Nacional»

1872

TÍTULO: A «Confeitaria Nacional»

SUB TÍTULO:

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 22 Dez. 1872

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Diário Illustrado. — Lisboa. — A. 1, n. 175 (22 Dez. 1872), p. [697]

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO: 

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN J. 1244 G.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 746

OBSERVAÇÕES:

746

A «Confeitaria Nacional»
Diário Illustrado. — Lisboa. — A. 1, n. 175 (22 Dez. 1872), p. [697]

Com gravuras

BN J. 1244 G.

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1872 Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas

Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas

TÍTULO: Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas

SUB TÍTULO: 

AUTOR: João da Mata

NOTAS DE AUTORIA: Masculino

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1872

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Typographia Universal

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 12587 7ª P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 876

OBSERVAÇÕES:

João da Mata, o mais célebre e emblemético chef de então. Este começou por ser moço de cozinha, passou acozinheiro em várias casas de Lisboa, depois de ter feito a sua aprendizagem com especialistas franceses.Em 1848, abriu uma casa de pasto na rua do Alecrim, em Lisboa. Mais tarde, em 1858, optou por um espaço maior na rua do Ouro e, em 1864, criou os hotéis Mata. Foi autor de um opúsculo denominado Arte de Servir à Mesa ou Preceitos Uteis para Creados e Dono de Casas (1872) e de um famoso livro intitulado Arte de Cozinha, publicado em 1876, com quatro edições até 1900.

in Culinária no feminino: Os primeiros livros de receitas escritos por portuguesas.
Isabel M. R. Mendes Drumond Braga

876

MATA, João da, 18–
Arte de servir à mesa ou Preceitos uteis para creados e donos de casas / por João da Mata. — Lisboa: Typ. Universal, 1872

BN S.A. 12587 7ª P.

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1871 Manual do Cosinheiro e do Copeiro

Manual do Cosinheiro e do Copeiro

TÍTULO: Manual do Cosinheiro e do Copeiro

SUB TÍTULO: contendo o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza ensinando a maneira de fazer os mais delicados manjares pertencentes á arte de cosinheiro copeiro, e pasteleiro; doces de calda, sorvetes gelados, etc, etc, etc.

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1871

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria J. J. Bordalo

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 16019 13 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 544

OBSERVAÇÕES: No ano de 1872 saiu com o nome Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para Lisboa. Livraria J. J. Bordalo. 1871 – 1872

544

ALMANAQUE DO COZINHEIRO E DO COPEIRO
Almanach do cozinheiro e do copeiro . — 1871-1872 . —
Lisboa : Livr. de Joaquim José Bordalo, 1871-1872 . — 16 cm

No ano de 1872 saiu com o tit. Almanach do cozinheiro, licorista e conserveiro

BN S.A. 16019 13 P.

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

Destinado a “donas de casa e cozinheiras”, o Manual do Cosinheiro e do Copeiro, publicado anonimamente em Lisboa em 1871, apresentava‑se como um pequeno livro de cozinha com o custo unitário de 240 réis e à venda na Livraria de J. J. Bordalo. 

Distinguindo‑se dos grandes compêndios de cozinha e traduções para português de obras de referência, O Manual do Cosinheiro regista apenas 161 receitas cuja organização se depreende ser por ordem de serviço: colocando as sopas em primeiro lugar, as receitas sucedem‑se entre carne, peixe, vegetais, empadas e tortas, receitas com ovos (doces e salgadas), terminando com sorvetes. 

O volume encerra com duas curiosas secções dedicadas à arte de servir: a primeira, “Modo de servir à mesa”, dá indicações para servir refeições, com particular foco na forma de trinchar e servir carnes e peixes, onde se identifica ainda a prevalência do serviço “à francesa”, repetindo as mesmas fórmulas de grande parte da literatura gastronómica portuguesa da 1.ª metade do século xix; segue‑se a esta uma segunda secção dedicada a descrições de modelos de banquetes, diretamente decalcados da obra de Domingos Rodrigues, Arte de Cozinha, na sua edição de 1683. Dos modelos apresentados há a destacar o “jantar à portuguesa”, composto por duas cobertas e sobremesa, num total de 32 iguarias. Apresentam‑se três estampas de planos de mesa oval que, apesar de numeradas, não apresentam relação aparente com os modelos sugeridos, nem se fazem acompanhar de qualquer legenda. 

O receituário não revela originalidade, sendo identificadas receitas reproduzidas diretamente das obras de Domingos Rodrigues e Lucas Rigaud, origem confirmada pelo próprio autor na receita de “Conserva de peixe”, onde justifica a utilização de determinadas ervas aromáticas estranhas ao paladar português com o argumento de que parte das receitas foram copiadas e traduzidas do Francês. Denuncia‑se, por esta via, a prática comum da valorização da cozinha francesa e a sua inclusão nos receituários publicados em Português.

(JPG) João Pedro Gomes

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Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871

Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871

TÍTULO: Almanach do Cosinheiro e do Copeiro para o anno de 1871

SUB TÍTULO: Contém, além do calendario, o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza ensinando a maneira de fazer os mais delicados manjares pertencentes á arte de cosinheiro copeiro, e pasteleiro; doces de calda, sorvetes gelados, etc, etc, e terminando com as necessárias indicações para bem servir e pôr uma mesa no gosto moderno, com estampas explicativas.

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1871

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO: 1ª edição

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria J. J. Bordalo

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE:
SELO DE MAR
BNP

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 16019 13 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 544

OBSERVAÇÕES: No ano de 1872 saiu com o nome Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para Lisboa. Livraria J. J. Bordalo. 1871 – 1872

544

ALMANAQUE DO COZINHEIRO E DO COPEIRO
Almanach do cozinheiro e do copeiro . — 1871-1872 . —
Lisboa : Livr. de Joaquim José Bordalo, 1871-1872 . — 16 cm

No ano de 1872 saiu com o tit. Almanach do cozinheiro, licorista e conserveiro

BN S.A. 16019 13 P.

in
BiblioAlimentaria

1. Memória gastronómica

Destinado a “donas de casa e cozinheiras”, o Manual do Cosinheiro e do Copeiro, publicado anonimamente em Lisboa em 1871, apresentava‑se como um pequeno livro de cozinha com o custo unitário de 240 réis e à venda na Livraria de J. J. Bordalo. 

Distinguindo‑se dos grandes compêndios de cozinha e traduções para português de obras de referência, O Manual do Cosinheiro regista apenas 161 receitas cuja organização se depreende ser por ordem de serviço: colocando as sopas em primeiro lugar, as receitas sucedem‑se entre carne, peixe, vegetais, empadas e tortas, receitas com ovos (doces e salgadas), terminando com sorvetes. 

O volume encerra com duas curiosas secções dedicadas à arte de servir: a primeira, “Modo de servir à mesa”, dá indicações para servir refeições, com particular foco na forma de trinchar e servir carnes e peixes, onde se identifica ainda a prevalência do serviço “à francesa”, repetindo as mesmas fórmulas de grande parte da literatura gastronómica portuguesa da 1.ª metade do século xix; segue‑se a esta uma segunda secção dedicada a descrições de modelos de banquetes, diretamente decalcados da obra de Domingos Rodrigues, Arte de Cozinha, na sua edição de 1683. Dos modelos apresentados há a destacar o “jantar à portuguesa”, composto por duas cobertas e sobremesa, num total de 32 iguarias. Apresentam‑se três estampas de planos de mesa oval que, apesar de numeradas, não apresentam relação aparente com os modelos sugeridos, nem se fazem acompanhar de qualquer legenda. 

O receituário não revela originalidade, sendo identificadas receitas reproduzidas diretamente das obras de Domingos Rodrigues e Lucas Rigaud, origem confirmada pelo próprio autor na receita de “Conserva de peixe”, onde justifica a utilização de determinadas ervas aromáticas estranhas ao paladar português com o argumento de que parte das receitas foram copiadas e traduzidas do Francês. Denuncia‑se, por esta via, a prática comum da valorização da cozinha francesa e a sua inclusão nos receituários publicados em Português.

(JPG) João Pedro Gomes

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Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872

Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872

TÍTULO: Almanach do Cosinheiro Licorista e Conserveiro para 1872

SUB TÍTULO: Contém, além do calendario, o modo de preparar as melhores iguarias da cosinha portugueza e franceza, a melhor maneira de fabricar delicados doces e licores finos, concluindo com um breve tratado de jardinagem necessario na boa disposição de qualquer banquete campestre

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO: prologo de Luiz de Araujo

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1871

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Livraria Joaquim José Bordalo

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: Capa dura

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: 

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: 

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”:

OBSERVAÇÕES:

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[18–] Matta não é um cozinheiro nem um pasteleiro, é um artista / Júlio César Machado

Matta não é um cozinheiro nem um pasteleiro, é um artista

1981

TÍTULO: Matta não é um cozinheiro nem um pasteleiro, é um artista

SUB TÍTULO: 

AUTOR: Júlio César Machado

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicações Periódicas

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 1981

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA/EDIÇÃO:
In: Trechos de folhetim / Júlio César Machado. — Lisboa : Livraria de Campos Junior, [18–]. — p. 186–191. — (Leitura para Caminhos de Ferro)

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN L. 45251 P.

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 783

OBSERVAÇÕES:

783

MACHADO, Júlio César, 1835–1890

Matta não é um cozinheiro nem um pasteleiro, é um artista / Júlio César Machado

In: Trechos de folhetim / Júlio César Machado. — Lisboa : Livr. de Campos Junior, [18–]. — p. 186–191. — (Leitura para Caminhos de Ferro)

BN L. 45251 P.

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1870-1871 A Cozinheira elegante e económica

A Cozinheira elegante e económica

publicação culinária semanal

TÍTULO: A Cozinheira elegante e económica

SUB TÍTULO: 

AUTOR: 

NOTAS DE AUTORIA: 

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Publicação Periódica

DATA  DE PUBLICAÇÃO: A. 1, n. 1 (1870) — a. 1, n. 2 (1871).

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Lisboa

EDITORA: Typographia do Futuro

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

ISBN/ISSN:

COLECÇÃO DE: Biblioteca Nacional (de Portugal).

REFERÊNCIA BN NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha” edição BN – 1998: BN S.A. 16978 P. (n. 1)
S.A. 16979 P. (n. 2)

NÚMERO “Livros Portugueses de Cozinha”: 555

OBSERVAÇÕES:

555

A COZINHEIRA ELEGANTE E ECONÓMICA
A Cozinheira elegante e económica : publicação culinária semanal . — A. 1, n. 1 (1870) — a. 1, n. 2 (1871). — Lisboa : Typographia do Futuro, 1870-1871 . — 22 cm

BN S.A. 16978 P. (n. 1)
S.A. 16979 P. (n. 2)

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c. 1870 Cozinheiro  Nacional 

Cozinheiro Nacional

circa 1870

TÍTULO: Cozinheiro  Nacional 

SUB TÍTULO: Colecção das Melhores Receitas das Cozinhas Brasileira e Européas para a preparação de sopas, molhos, carnes, caça, peixes, crustaceos, ovos, leite, legumes, podins, pasteis, doces de massa e conservas para sobremesa. Acompanhado das regras de servir à mesa e de trinchar. Ornado com numerosas estampas finas. 

AUTOR: Anónimo

NOTAS DE AUTORIA: Livro edição brasileira

PREFÁCIO:

SUPORTE: Impresso

GÉNERO BIBLIOGRÁFICO: Monografia

DATA  DE PUBLICAÇÃO: 

DEPÓSITO LEGAL: 

EDIÇÃO:

LOCAL: Rio de Janeiro

EDITORA: Garnier 

TIPOGRAFIA/IMPRESSO POR: 

ENCADERNAÇÃO: 

FORMATO / DIMENSÕES: 

NÚMERO DE PÁGINAS: 

COLECÇÃO:

COLECÇÃO DE: 

OBSERVAÇÕES:

in Entre língua e identidade: o Cozinheiro Nacional brasileiro 
Maria Serena Felici Università degli Studi Internazionali di Roma Roma, Itália mariaserena.felici@unint.eu

1. Introdução

Na segunda metade do século XIX, pela editora Garnier do Rio de Janeiro, é publicado o Cozinheiro Nacional ou Colecção das Melhores Receitas das Cozinhas Brasileira e Européas para a preparação de sopas, molhos, carnes, caça, peixes, crustaceos, ovos, leite, legumes, podins, pasteis, doces de massa e conservas para sobremesa. Acompanhado das regras de servir à mesa e de trinchar. Ornado com numerosas estampas finas.
A obra, cujo autor é anônimo, pretende definir os ingredientes e as iguarias próprias de um Brasil que está vivendo o seu processo pós independência de construção de um paradigma cultural nacional³; o adjetivo que aparece no título não deixa lugar a dúvidas.
Logo na abertura, o livro de receitas apresenta uma correspondência culinária entre elementos da cozinha europeia e a nacional (ex. mandioca/batata, xuxu/pepinos, giló/beringela), propondo-se¹:

Não […] por certo copiar servilmente os livros de cozinha que pullulão nas livrarias estrangeiras, dando-lhes apenas o cunho nacional, pela linguagem em que escrevemos; nem tão pouco capeando a nossa obra com um rotulo falso, iremos traduzir litteralmente livros que se encontrão em todos os paizes, tomando a estranha vereda de um plagiato vil que venha cortar pela raiz a importância que ligamos ao nosso trabalho e á utilidade que o publico tem direito de esperar d’elle. Nosso dever é outro; nosso fim tem mais alcance; e uma vez que demos o titulo «nacional» á nossa obra, julgamos ter contraido um compromisso solemne, qual o de apresentarmos uma cozinha em tudo Brazileira, isto é: indicarmos os meios por que se preparão no paiz as carnes dos innumeros mamíferos que povoão suas mattas e percorrem seus campos; aves que habitão seus climas diversos; peixes que sulcão seus rios e mares; reptís que se deslizão por baixo de suas gigantescas florestas, e finalmente immensos vegetaes e raízes que a natureza com mão liberal e pródiga, espontaneamente derramou sobre seu solo abençoado; mamíferos, aves, peixes, reptis, plantas e raízes inteiramente differentes dos da Europa, em sabor, aspecto, fôrma e virtude, e que por conseguinte exigem preparações peculiares, adubos e acepipes especiaes, que somente se encontrão no logar em que abundão aquellas substancias, e que são reclamados pela natureza, pelos costumes e occupações dos seus habitantes (CN, pp. 1-2).

 

Este prólogo programático continua afirmando:

É tempo que este paiz se emancipe da tutella Europea debaixo da qual tem vivido até hoje; é tempo que elle se apresente com seu caracter natural, livre e independente de influencias estrangeiras, guisando a seu modo os innuméros productos de sua importante Flora, as exquisitas e delicadas carnes de sua tão variada Fauna, acabando por uma vez com este anachronisino de accommodar-se com livros estrangeiros, que ensinão a preparação de substancias que não se encontrão no paiz; ou só custosamente podem ser alcançadas (CN, p. 3).

O povo brasileiro, segundo o anônimo autor, precisa portanto encontrar a sua própria maneira de guisar carnes, peixes e legumes, e o prato que sairá dessas receitas será a cultura nacional desvinculada de ingredientes estrangeiros; estes são as carnes, os legumes e a gramática de Portugal, mas também as frutas, os peixes e as tradições do resto da Europa; tal como o ser humano busca no solo para saber o que a natureza lhe oferece para sustentar-se, a nação precisará olhar para dentro de si a fim de encontrar a própria identidade.
Este trabalho pretende focar-se primeiramente nos elementos paratextuais do Cozinheiro Nacional, e sucessivamente nos do texto, principalmente no que diz respeito ao léxico e à ortografia, com vista a reconstruir um histórico da obra.